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Tempos de férias, saiba mais sobre a alergia ao sol

Tempos de férias, saiba mais sobre a alergia ao sol

E está a chegar agosto, o grande mês de férias para a maioria
dos portugueses. Mas seja na praia ou campo, até o sol pode causar-nos alergias.

Os raios solares, quase todos o veneram, mas muitos não podem usufruir dele plenamente.

Razão? O sol pode causar alergias. Entre as várias doenças da pele que
resultam da exposição solar, as mais frequentes são a lucite estival benigna e a erupção polimorfa solar, duas variantes clínicas de um mesmo processo de “alergia ao sol”. Ocorrem em até 10% da população, na sua maioria jovens entre os 15 e 35 anos (95%) e sobretudo do género feminino.

Num país com cerca de 300 dias soalheiros por ano a doença, muitas vezes menosprezada, merece atenção.

Sintomas mais comuns da alergia ao sol segundo o dermatologista Rui Tavares Bello, do Hospital Lusíadas Lisboa, “as alergias ao sol do tipo lucite estival benigna ou erupção polimorfa solar podem ser muito incómodas e desconfortáveis”, pois manifestam-se através de pequenas vesículas ou bolhas; pequenas pápulas (borbulhas) ou placas; e prurido intenso.

Por vezes as manifestações são ligeiras e passam quase despercebidas
porque são interpretadas como uma alergia a um creme, perfume ou peça de
roupa.

E por norma os sinais manifestam-se nas zonas que não estão expostas ao sol durante o ano – logo, mais sensíveis – tais como o peito, ombros e braços.

Cuidados especiais aos raios solares

A exposição gradual ao sol e o uso de protetores solares adequados é
aconselhável a toda a população, mas quem sofre destas doenças deverá ter cuidados acrescidos, como por exemplo apostar na indumentária e nos comportamentos ajustados.

“Hoje existem roupas confecionadas com fibras específicas que nos protegem verdadeiramente do sol, o que é muito útil, designadamente a quem pratica desporto ao ar livre”, aponta o dermatologista, acrescentando que uma t-shirt de algodão, depois de ser lavada algumas vezes já não serve. Isto porque, ao contrário do que normalmente se pensa, ela oferece um índice insuficiente de proteção UV.

Grupos de risco a alergia ao sol

A lucite estival benigna e a erupção polimorfa solar podem manifestar-se
apenas uma vez na vida ou, como é mais frequente, repetir-se durante uma série de anos até que um dia desaparecem tão rapidamente como surgiram.

São mais comuns nas pessoas de pele clara, mas, informa o dermatologista, há que ter em conta o fator geográfico: nos climas temperados as populações são mais afetadas do que nos trópicos ou zonas equatoriais, já que nestes últimos a exposição à radiação não é intempestiva, mas regular.

“Dá-se uma espécie de habituação ou dessensibilização”, diz.

Assim, quem passa os dias no escritório já sabe: exposição abrupta ao sol,
não.

Agradecimento:
Hospital Lusíadas Lisboa

***

Entretanto, quer seja a praia, o campo, ou uma viagem o destino dos nossos clientes e leitores, a Airfree deseja a todos os que também nos seguem neste espaço / blogue um verão feliz, umas super férias!

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