REGRESSÁMOS DO FUTURO!

De “regresso do futuro”, trabalhamos agora para dar seguimento a tudo o
que de bom aconteceu durante a nossa presença na IFA Berlim.

O futuro apresenta-se com antecipação, na IFA! Mas o ar puro tem de estar
sempre no horizonte do nosso trabalho, no dia a dia.
Pelo sétimo ano consecutivo participámos na prestigiada Feira de tecnologia de
consumo que, mais uma vez, nos recebeu de braços abertos.
Apresentámos a avançada tecnologia portuguesa ao serviço da purificação do
ar nos espaços internos; mostrámos as nossas linhas de Purificadores e as
novidades da nossa empresa.

Em forma de flor… Tulip em destaque!
A IFA é uma “cidade” interativa. Entre 1 e 6 de setembro Berlim apresentou
dias de sol, outros de chuva, mas não importava que tempo fazia lá fora, já que
a nossa missão no belo stand Airfree nos ocupava ainda mais do que das 10
às 18h, horário de funcionamento da Feira.
À semelhança de anos anteriores, registou-se enorme afluência de visitantes,
mas para os nossos produtos foi com prazer que a equipa comercial Airfree
assinalou uma procura já informada e com poder de decisão mais imediato,
resultante da divulgação da marca em anos anteriores.
Enquanto o visitante profissional colocava o seu foco nas questões comerciais,
o público queria ter informações de uso sobre os nossos modelos.
Mas para todos, as atenções dirigiram-se este ano ao novo modelo Tulip. Em
lançamento na Feira e integrando a criatividade do nosso stand, o seu tamanho
aliado ao design em forma de flor destacou-o face a outros modelos Airfree,
alguns com novos designs, igualmente apreciados.

Potencial aumento de países para exportações
Tivemos também, na IFA, uma TV interativa que mostrou o nosso famoso teste
do morango, além de tablets com os testes que foram realizados em
laboratórios independentes, o que também demonstrou, perante os visitantes, a
eficácia dos nossos purificadores no combate aos mofos e outros alérgenos
dos ambientes internos.
Estes seis dias de Feira reportam igualmente uma intensa agenda de
encontros profissionais. Sentámo-nos à mesa de reuniões com distribuidores
de países como a Austrália, Emirados Árabes, Arábia Saudita, França, Itália,
Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Roménia, Hungria, República Tcheca, Índia,
Rússia e Alemanha, entre outros.

E se nalguns deles ainda não temos vendas, o interesse manifestado tem sido
tão evidente que os dados estão lançados para nova expansão Airfree, a curto
e médio prazo.
Desta forma, foi mais um ano em que a IFA Berlim trouxe resultados muito
positivos para a nossa marca.
É que o desejo de prevenir e aliviar os problemas respiratórios é transversal a
um número de países cada vez maior. Ou pelo menos, num mundo com
índices de poluição em franco aumento, “apenas” respirar fundo em ambientes
de bem-estar já eleva os nossos purificadores a um patamar de produtos
essenciais à qualidade de vida… além de serem objetos de desejo, pelos
designs que valorizam a decoração das nossas casas.

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“PURIFICANDO”, EM MAIS UMA FEIRA INTERNACIONAL.

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IFA 2016

Estamos prestes a voar para a Alemanha, onde vamos participar,
entre os dias 1 e 6 de setembro, na IFA Berlim.
Com tecnologia nacional, aqui vamos nós!
Mais uma vez, e pelo sétimo ano consecutivo, a Airfree marca presença em
Berlim, naquela que é a mais prestigiada Feira Internacional de Eletrónica de
Consumo.
Estamos de partida com muito entusiasmo, para tornar ainda mais apelativo o
nosso Stand deste ano. Tanto mais que desta vez temos um espaço maior do
que habitualmente, e que inclusive dispõe de uma área para reuniões.
Reuniões que serão muitas, estando algumas inclusive já agendadas, a
prometer novas parcerias no consolidar das nossas várias linhas de produtos.
Ou não fossem os purificadores de ar Airfree produtos apelativos a todos os
níveis, despertando sempre a maior curiosidade e interesse. É que de ano para
ano levamos à IFA as novidades de novos modelos.
Tecnologia nacional na purificação dos espaços internos…
Vamos expor neste certame as nossas linhas domésticas de purificadores de
ar, desde o Lotus e Iris, aos modelos P, T, Fit, e também um novo tipo de
produto Airfree, o Humidificador ORB, que está prestes a ser apresentado em
Portugal.
E em lançamento teremos o novo purificador Tulip, que como o nome indica se
inspira na forma de uma túlipa. É um modelo que tem todos os requisitos da
marca para o conceito de melhorar a qualidade do ar nos ambientes internos,
mas que alia essa eficiência a um elegante design, inserindo-se em qualquer
tipo de decoração.
E é isto que vamos levar até Berlim: inovação e competência dos nossos
produtos, aliada a um design harmonioso, com a dedicação da equipa Airfree
no atendimento aos visitantes, como mais-valias para o sucesso da marca,
além-fronteiras.
Não é por acaso que merecemos um interesse sempre crescente, por parte
dos distribuidores e grande público.
Quando aumentam exponencialmente as alergias respiratórias, podemos
afirmar que a nossa marca, tanto na prevenção como no alívio dessas alergias,
é a solução perfeita para respirar melhor, ao serviço da saúde e bem-estar em
casas de habitação, escritórios e outros espaços internos.

A FEIRA
IFA Berlim é a exposição de tecnologia mais importante e tradicional da
Europa. O evento data de 1924 e, com algumas interrupções (designadamente
em 1939 devido ao início da segunda guerra mundial) foi retomado em 1950,
passando a anual a partir de 2005.
Sendo a maior Feira para os maiores fabricantes de diversos tipos de
tecnologias, atrai uma vasta gama de público, Imprensa especializada,
representantes internacionais da área de eletrónica, informação e indústrias
das comunicações, bem como os visitantes comerciais, atacadistas e
distribuidores.
A exposição é organizada pela Associação Alemã de Eletrónica &
Comunicações.
BERLIM
A capital alemã é um dos mais influentes centros mundiais de cultura, política e
ciência, com uma economia que se baseia numa variada gama de indústrias.
É também um destino turístico popular, atraindo sempre, com os seus festivais,
arquitetura contemporânea e vida noturna, muitos milhares de visitantes.
Se esta cidade global integrar, por estes dias, o seu roteiro de férias ou
trabalho, venha visitar-nos de 1 a 6 de setembro, à IFA!
O convite aqui fica! Estamos localizados no hall 8, stand 114.
Mas pode guiar-se apenas pelo ar mais fresco! 🙂

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Como eliminar mofo do teto da casa de banho

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EM TEMPO DE FÉRIAS… SAIBA MAIS SOBRE A ALERGIA AO SOL.

Foto: Pixabay

 

E está a chegar agosto, o grande mês de férias para a maioria
dos portugueses, com a praia como destino de eleição.
Mas seja na praia ou campo, até o sol pode causar-nos alergias!

Os raios solares podem causar reações cutâneas acompanhadas de prurido.
Quase todos o veneram, mas muitos não podem usufruir dele plenamente.
Razão? O sol pode causar alergias. Entre as várias doenças da pele que
resultam da exposição solar, as mais frequentes são a lucite estival benigna e a
erupção polimorfa solar, duas variantes clínicas de um mesmo processo de
“alergia ao sol”. Ocorrem em até 10% da população, na sua maioria jovens
entre os 15 e 35 anos (95%) e sobretudo do género feminino. Num país com
cerca de 300 dias soalheiros por ano a doença, muitas vezes menosprezada,
merece atenção.
Sintomas mais comuns da alergia ao sol
Segundo o dermatologista Rui Tavares Bello, do Hospital Lusíadas Lisboa, “as
alergias ao sol do tipo lucite estival benigna ou erupção polimorfa solar podem
ser muito incómodas e desconfortáveis”, pois manifestam-se através de
pequenas vesículas ou bolhas; pequenas pápulas (borbulhas) ou placas; e
prurido intenso.
Por vezes as manifestações são ligeiras e passam quase despercebidas
porque são interpretadas como uma alergia a um creme, perfume ou peça de
roupa.
E por norma os sinais manifestam-se nas zonas que não estão expostas ao sol
durante o ano – logo, mais sensíveis – tais como o peito, ombros e braços.
Cuidados especiais
A exposição gradual ao sol e o uso de protetores solares adequados é
aconselhável a toda a população, mas quem sofre destas doenças deverá ter
cuidados acrescidos, como por exemplo apostar na indumentária e nos
comportamentos ajustados.
“Hoje existem roupas confecionadas com fibras específicas que nos protegem
verdadeiramente do sol, o que é muito útil, designadamente a quem pratica
desporto ao ar livre”, aponta o dermatologista, acrescentando que uma t-shirt
de algodão, depois de ser lavada algumas vezes já não serve. Isto porque, ao
contrário do que normalmente se pensa, ela oferece um índice insuficiente de
proteção UV.

Grupos de risco
A lucite estival benigna e a erupção polimorfa solar podem manifestar-se
apenas uma vez na vida ou, como é mais frequente, repetir-se durante uma
série de anos até que um dia desaparecem tão rapidamente como surgiram.
São mais comuns nas pessoas de pele clara, mas, informa o dermatologista,
há que ter em conta o fator geográfico: nos climas temperados as populações
são mais afetadas do que nos trópicos ou zonas equatoriais, já que nestes
últimos a exposição à radiação não é intempestiva, mas regular. “Dá-se uma
espécie de habituação ou dessensibilização”, diz.
Assim, quem passa os dias no escritório já sabe: exposição abrupta ao sol,
não.

Agradecimento:
Hospital Lusíadas Lisboa

***

Entretanto, quer seja a praia, o campo, ou uma viagem o destino dos nossos
clientes e leitores, a Airfree deseja a todos os que também nos seguem neste
espaço / blogue um verão feliz, umas super férias!

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AO AR LIVRE OU NO GINÁSIO? UMA QUESTÃO DE QUALIDADE.

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Poluentes externos, poluentes internos… A qualidade do ar que se respira está na ordem do dia e levanta diversas questões.

Hoje vamos falar um pouco sobre o tema, na ótica do exercício físico.

 

Com o bom tempo, muitos adeptos do exercício físico preferem realizar as suas atividades desportivas ao ar livre.

Se no inverno o ginásio representa um porto de abrigo, no verão há quem opte por andar ou correr em espaços abertos, também por ter a ideia de que o ar que se respira nos ginásios e outros recintos desportivos pode não ter a melhor qualidade. Será verdade?

Cada vez maior número de pessoas recorre ao ginásio para melhorar a boa forma física, ou mantê-la, permanecendo ativo e na expectativa de uma vida longa e saudável.

Sabemos que em determinadas alturas, sobretudo mais perto da hora de terminarem as atividades, mas também durante o dia, a limpeza feita nas máquinas com produtos próprios deixa desconfortável quem está perto dessa pulverização, sobretudo as pessoas alérgicas.

E fica a pergunta: para limpar as máquinas de germes, afastando as doenças, como fica a qualidade do ar que respiramos nesses espaços fechados?

Segundo os especialistas os ginásios podem abrigar gases como o dióxido de carbono (do exercício dos clientes), o ozono e o monóxido de carbono, juntamente com elementos mais comuns, como pó, agentes químicos dos produtos de limpeza, movimentos de ar contaminado por ventiladores e aparelhos de ar condicionado.

A importância de controlar e avaliar a qualidade do ar interior…

Segundo o Engº Tiago Rogado, especialista em Qualidade do Ar Interior (QAI), a relevância do controlo e avaliação dessa qualidade em edifícios, resulta do facto de hoje em dia as pessoas passarem cada vez mais tempo dentro de edifícios (de comércio, serviços, ginásios, hospitais, escolas, habitações e espaços industriais), ficando desta forma potencialmente expostas à ação de diversos poluentes (externos, internos ou existentes em equipamentos de natureza AVAC – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado).

Este especialista explica que alguns exemplos dos parâmetros avaliados na QAI são: Partículas em suspensão (PM10, PM2.5), dióxido de carbono, monóxido de carbono, compostos orgânicos voláteis, dióxido de azoto, formaldeído, bactérias, fungos, Legionella, temperatura, humidade relativa, velocidade do ar, caudais de ar e taxa de renovação.

Tiago Rogado lembra que segundo o atual regime jurídico da Qualidade do Ar Interior (QAI) instituído pelo Decreto-Lei nº 118/2013 de 20 de agosto e Portaria nº 353-A/2013 de 4 de dezembro, se entende desde esse ano que a realização de auditorias QAI deve acontecer de modo voluntário.

Assim, em alternativa ao caracteri voluntário deste tipo de auditorias à Qualidade do Ar Interior, que são realizadas apenas em caso de queixas / reclamações ou denúncias, refere que as mesmas deverão passar a ser obrigatórias por lei e passar a mandatária a realização de auditorias QAI em espaços públicos e privados com periodicidades diferenciadas, baseadas em critérios técnicos objetivos.

E especifica que os espaços públicos e privados que deverão ser sujeitos à monitorização da QAI devem incluir os lares de idosos, escritórios, escolas, jardins-de-infância, hospitais, centros de saúde, ginásios, unidades hoteleiras e unidades industriais.

 

Altas temperaturas e insetos versus sombra e água fresca…

Falámos também com Carla Duarte, do Marketing Holmes Place, que confirmou a eterna dúvida de muitas pessoas, especialmente quando se aproxima o verão, sobre fazer exercício físico ao ar livre ou em ginásio, escolha mais difícil para aqueles que não o praticam regularmente…

“O verão até pode ser a altura ideal para a prática de exercício ao sol. Mas face às altas temperaturas, humidade e insetos, é muitas vezes tentador relegar para segundo plano este momento de transpiração e optar por algo mais relaxante”, afirma, acrescentando: “nos nossos clubes acreditamos que o fitness é um estilo de vida, o que significa que deve ser mantido durante todo o ano, faça chuva ou faça sol.”

Quanto à questão que colocámos sobre a renovação do ar nos ginásios, Carla Duarte explica ser efetuada através das Unidades de Tratamento de Ar, que possuem capacidade de insuflação e extração e que por sua vez pertencem ao sistema de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado dos Edifícios.

E salienta que em alguns dos Clubes existem amplas janelas, o que permite que o ar circule e se possa arejar as instalações.

Já agora, aqui ficam algumas das razões apresentadas por esta profissional para ir até ao ginásio, mesmo durante o verão:

– O Ambiente mais fresco dentro dos clubes;

– A possibilidade de nadar nas piscinas de cada unidade;

– A vantagem de, com mais pessoas na praia e em férias, sobrar mais espaço

 para que os frequentadores sintam ter o ginásio só para eles…

– Poder manter a disciplina durante todo o ano, sobretudo quando se praticam

 aulas de grupo;

– Ter mais água fresca ou sumos à disposição, para acelerar o ritmo metabólico

 e eliminar as toxinas.

***

O facto é que, comparando-se as possíveis vantagens e inconvenientes de cada opção, o exercício físico é fundamental. Seja ao ar livre ou nos espaços internos, mais endorfinas significam uma maravilhosa sensação de bem-estar.

E se a uma sessão em ginásio se juntar depois os benefícios da luz do sol, então, acredita Carla Duarte, “a Vida irá sorrir-nos!” 🙂

Agradecimentos:

– Engº Tiago Rogado

Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente

– Dra. Carla Duarte

Holmes Place – Health Clubs

 

Coordenação de textos:

MLG – mlg@mlg.pt

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Bactérias em hotéis

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ALERGIA: QUANDO O SISTEMA IMUNITÁRIO É HIPERSENSÍVEL…

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Com o Dia Mundial da Alergia, que se assinala a 8 de julho, a Organização Mundial da Saúde visa alertar para a importância do tratamento das alergias, já que em certos casos elas podem, no limite, provocar a morte.

É sempre bom saber um pouco mais sobre este “excesso de defesas” que tanto afeta negativamente a qualidade de vida dos alérgicos.

 

As alergias são respostas exageradas do organismo humano após o contacto com o ambiente que nos rodeia, sendo mais frequentes quando existe uma tendência familiar, ou seja, um risco genético para a sua ocorrência. 

 

Para além da genética, muitos elementos de risco relacionados com o estilo de vida das sociedades ocidentais – sedentarismo, alteração da dieta, obesidade, poluição dentro e fora dos edifícios, exposição a alérgenos, consumo excessivo de medicamentos, nomeadamente de antibióticos -, são alguns dos fatores com peso significativo no aumento da expressão quase explosiva que as doenças alérgicas registaram nas últimas décadas.

 

As doenças alérgicas são muito frequentes, mas a sua gravidade é variável. Se é bem conhecido que a asma pode ter um desfecho fatal, as picadas de insetos, a toma de medicamentos ou a ingestão de alimentos não são habitualmente nem reconhecidas, nem valorizadas, como responsáveis por quadros muito graves.


Diagnosticar e conhecer, para maior alívio…

 

Em alguns doentes alérgicos o contacto com alérgenos, mesmo em quantidades mínimas, pode ser muito perturbador. Alguns exemplos:

 

* A ingestão não reconhecida de alérgenos alimentares, ocultados em outros alimentos – por exemplo, leite misturado com sumos de frutas ou mesmo com bebidas alcoólicas (“licor de leite”) – pode colocar a vida dos alérgicos em risco.

* Os acidentes relacionados com a toma de medicamentos devem ser referidos aos profissionais de saúde da pessoa, e serem conhecidos pela sua família e elementos que lhe sejam próximos.

* As reações relacionadas com picadas de insetos, especialmente se muito graves, devem ser rapidamente referidas ao médico assistente, o que geralmente não é feito. E a situação pode traduzir um risco de vida permanente.

 

A Imunoalergologia ou Alergologia baseia a sua atividade na promoção da saúde, prevenindo a vários níveis situações que afetam a qualidade de vida das populações, da asma à rinite, da urticária ao eczema, da alergia alimentar à medicamentosa.

Na CUF Descobertas esta especialidade é abrangente a nível de vários tipos de doenças alérgicas em adultos, idosos, e também desde a idade pediátrica, setor em que se assinala um número crescente de crianças com alergia alimentar, nomeadamente com formas muito graves de alergia às proteínas do leite de vaca.

 

“ALERGIA E QUALIDADE DE VIDA”

 

As doenças alérgicas em Portugal afetam cerca de um terço da população.

A rinite alérgica, doença alérgica mais comum, atinge 25 % dos portugueses e a asma, doença crónica frequente e potencialmente grave, cerca de 7% da população.

 

Designadamente, a asma não controlada acarreta pior qualidade de vida aos doentes e seus familiares, elevados custos de saúde e maior absentismo laboral ou escolar, sendo o seu impacto tanto maior quanto pior for o controlo da doença.

 

A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) realiza em outubro próximo (dias 6 a 8) a sua 38ª Reunião Anual, este ano sob o tema “Alergia e Qualidade de Vida”.

Trata-se do evento anual mais relevante no nosso país na área da formação e atualização em Alergologia e Imunologia Clínica, para o qual se conta com a colaboração e troca de informação e experiências de especialistas nacionais e vindos de outros países, como a Dinamarca, Espanha e Suíça.

 

Conferências, mesas-redondas, workshops teórico-práticos, simpósios e cursos pós-graduados, bem como a apresentação das últimas inovações terapêuticas e diagnósticas no campo da Alergologia e Imunologia Clínica integram esta 38ª Reunião Anual da SPAIC, ao dispor para mais informações em: http://www.spaic2017.pt/

 

“A ANGÚSTIA DA URTICÁRIA”!

 

Estima-se que até 1,8% da população tenha atualmente urticária crónica e sabe-se que continua a ser necessária mais investigação sobre a prevalência global da doença para alívio dos seus sintomas que, diz quem dela padece, por vezes são “insuportáveis”.

 

Na recente Semana Mundial da Alergia, realizada em abril numa iniciativa da WAO (Organização Mundial de Alergia), a urticária crónica esteve em foco, com o tema “A Angústia da Urticária – O que fazer quando a urticária e o angioedema não desaparecem.

A urticária crónica caracteriza-se pelo aparecimento de lesões de urticária, de forma episódica ou diária, durante um período superior a seis semanas e que condicionam a qualidade de vida dos doentes. Até à data não existe cura para esta doença, que se pode prolongar durante vários anos. Muitos doentes com urticária crónica ficam desesperados quando as lesões não desaparecem. Contudo, existe esperança para controlar a doença com a ajuda de um Imunoalergologista, especialista com o conhecimento necessário para o diagnóstico e tratamento, esclarecendo as dúvidas dos doentes.

 

Fontes:

*Saúde CUF

*SPAIC – Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica

 

SABIA QUE…

 

As alergias mais comuns em Portugal são as alimentares e as respiratórias (pólenes, ácaros, fungos, pelos de animais).

– Nos adultos, as alergias alimentares mais frequentes são aos peixes, mariscos e certas frutas. Nas crianças, as alergias alimentares mais comuns são às proteínas do leite de vaca, mariscos e ovos.

– As alergias alimentares manifestam-se com comichão e inchaço nos lábios, vómitos, diarreia, pele irritadiça e rouquidão. As alergias respiratórias provocam espirros, falta de ar, tosse, comichão nos olhos e dores de cabeça. Já as alergias a medicamentos podem provocar náusea, vómitos ou dificuldades respiratórias.

 

Números…

 

– Estima-se que metade dos europeus sofra de alergias.

– Um terço das crianças europeias sofre de alergias.

– Um terço dos portugueses sofre de alergias.

– A rinite alérgica, doença alérgica mais comum, atinge 25 % dos portugueses.

–  A asma, doença crónica frequente e potencialmente grave, afeta cerca de 7%

  da população.

–  Em Portugal, as doenças respiratórias são responsáveis por 15 milhões

  de dias de baixa anuais, cinco milhões de consultas e 1,8 milhões de idas

  às urgências.

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NOS SANTOS A BAILAR… E TAMBÉM A RECICLAR?

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“Santo António já se acabou, o São Pedro está-se a acabar… São João, São João, São João, dá cá um balão para eu brincar…”

 

Santo António ainda não se acabou, pois hoje é o seu Dia! Em Alfama ou na Graça, na Bica, Mouraria ou Madragoa, este Santo abre as festividades populares da capital, num mês de sardinha assada e caldo verde, de manjericos e marchas com arquinhos e balões…

A 24 de Junho comemora-se o São João do Porto, e a 29 o São Pedro.

Um pouco por todo o País mantém-se a tradição, mas, segundo a Quercus, as Festas não têm de ser sinónimo de desperdício, de descartável e de sujidade… “Podemos comemorar poupando recursos e reduzindo o impacte no Ambiente”, afirma a Associação Nacional de Conservação da Natureza.

 

E assim, aqui ficam uma dúzia, não de sardinhas :), mas de conselhos dos especialistas para tornar esta época festiva mais amiga do Ambiente:

 

– Reutilize as decorações do ano anterior. No fim da época guarde o que for possível para uma utilização no próximo ano, para não ter sempre de comprar novas decorações;

– Deixe o carro à porta de casa e utilize os transportes públicos nas deslocações até aos locais festivos;

– Procure o Arraial do seu Bairro, evitando grandes deslocações. Sentir-se-á em festa na mesma;

– Consuma peixe nacional proveniente de pesca artesanal. Desta forma está a contribuir para a sustentabilidade do setor;

– Consuma produtos de origem nacional e biológica para a confeção dos pratos típicos da época;

– Utilize os sanitários disponíveis, evitando transformar as ruas num sanitário público. Desta forma promove uma maior higiene urbana e evita a propagação de pragas;

– Não largue nenhum tipo de balões para o ar; existem outras formas de comemoração, por vezes ainda mais criativas;

– Reduza a utilização de materiais descartáveis, como pratos, talheres, palhinhas e copos, dando preferência a opções reutilizáveis;

 

– Sempre que possível reutilize os mesmos copos durante a noite, procurando estabelecimentos que vendam bebidas à pressão.  Ao evitar o consumo de bebidas enlatadas vai reduzir a produção de resíduos de embalagens e o volume total de resíduos produzidos; 

– Não despeje lixo para o chão, utilize as papeleiras, os caixotes e os cinzeirões disponíveis no local;

– Promova a separação dos resíduos – embalagens, plástico e metais, materiais em papel, embalagens de vidro;

– Tenha atenção aos feriados, evitando a colocação, nesses dias, de resíduos nos contentores. Opte por aguardar pelo dia seguinte.

 

E aproveitamos para desejar aos nossos leitores umas alegres Festas Populares e também Boas Férias, se for caso disso…

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Ácaros em casa: como vivem e de onde vieram?

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31 DE MAIO, DIA MUNDIAL… SEM TABACO, MAS COM NOVA MENSAGEM.

 

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“Sem tabaco, com muito orgulho”: uma mensagem que foca o exemplo de quem não fuma, numa Campanha que quer sensibilizar as mulheres, também enquanto mães… A SPP lança este Movimento.

 

“Orgulho sem tabaco” é o movimento que a Comissão de Trabalho de Tabagismo da SPP – Sociedade Portuguesa de Pneumologia, lança no âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco, assinalado a 31 de maio. Trata-se de uma campanha dirigida a mulheres jovens, através da qual a Comissão de Trabalho de Tabagismo procura diferenciar-se das campanhas negativistas centradas nos efeitos nefastos provocados pelo tabaco. Como explica José Pedro Boléo-Tomé, Coordenador da área de tabagismo da SPP, “este ano a mensagem é dirigida a todos aqueles que assumidamente não fumam, e que com uma atitude positiva podem não só dar o exemplo como partilhá-lo, promovendo assim este movimento que revela o orgulho de quem não é fumador”.

 

Há mais mulheres a fumar!

 

Dirigido sobretudo às mulheres, este é um movimento que procura chegar às cerca de 0,6 milhões de mulheres fumadoras que fazem parte dos estimados cerca de 1,8 milhões de fumadores existentes em Portugal. Segundo José Pedro Boléo-Tomé, “ainda que os últimos dados de 2014 do INS revelem uma redução global no número de fumadores, importa reter que, comparativamente aos dados de 2005 / 2006, assistiu-se a um acréscimo de mulheres fumadoras. Esta é uma situação que é importante reverter, pelo que este ano é sobretudo às mulheres que esta campanha se dirige, remetendo-as para duas realidades muito próprias: elas próprias enquanto mulheres e enquanto mães”.

 

Deixar o tabaco, antes de engravidar…

 

Um estudo sobre comportamentos de risco observados em mulheres que se dirigiram a serviços de saúde do sector público para uma consulta de vigilância pré-natal, revela que a prevalência de consumo de tabaco durante a gravidez é de cerca de 17% e que cerca de 60% das mulheres que fumavam no início da gravidez mantiveram o consumo. Para Paula Rosa, da Comissão de Trabalho de Tabagismo da SPP e médica especialista em cessação tabágica, “o tabagismo na mulher grávida é um importante fator de risco para complicações na mulher e para a criança, tanto no período intrauterino como na vida futura; é fundamental motivar as mulheres em idade fértil para deixarem de fumar antes de engravidarem, e prevenir as recaídas após o parto”.

 

No caso das mulheres, o tabagismo está relacionado com a emancipação e o papel social que têm vindo a adquirir ao longo dos anos.

Historicamente, a evolução da epidemia do tabagismo é influenciada por fatores culturais e pelo próprio contexto socioeconómico e geopolítico, que acaba por se refletir na relação que se tem com o tabaco. No caso das mulheres, o tabagismo está relacionado com a emancipação e o papel social que a mulher tem vindo a adquirir ao longo dos anos. O consumo de tabaco é um fenómeno recente e crescente nas mulheres, tendo surgido nos anos sessenta, particularmente após o fim da ditadura e a integração de Portugal na União Europeia, que veio melhorar as condições socioeconómicas e do nível de educação da população portuguesa. Durante várias décadas o tabagismo entre as mulheres manifestou-se, sobretudo, nas classes sociais mais elevadas e com níveis de formação superior. Estudos recentes revelam que, atualmente, são as classes mais desfavorecidas, com baixos índices de educação, em situações de fragilidade social (por ex. desemprego, divórcio, famílias destruturadas…) e com baixos níveis de formação que mais fumam.

Como explica José Pedro Boléo-Tomé “o consumo de tabaco concentra-se sobretudo nos grupos socioeconómicos mais baixos, que acabam por ser os que apresentam menores taxas de cessação tabágica. Estas diferenças resultam do facto de as classes mais desfavorecidas acabarem por ter menor acesso à informação, assim como uma menor compreensão dos riscos inerentes ao consumo de tabaco”.

 

Sem Rugas, Sem Sorrisos Amarelos, Sem Flacidez.

Sem Culpas… Sem Tabaco.

 

Para assinalar o Dia Sem Tabaco a Comissão de Trabalho de Tabagismo estará na Gare do Oriente, em Lisboa, para promover os bons exemplos de quem “orgulhosamente” vive sem tabaco e os partilha nas redes sociais através de www.facebook.com/sociedadeportuguesadepneumologia ou no Instagram em www.instagram.com/orgulhosemtabaco/ .

 

O movimento #orgulhosemtabaco arranca a 31 de maio associando a ele as mais variadas hashtags que, #semfiltros, remetem os seguidores para uma vida #semtabaco, #semcomplexos, #semvicios e sem efeitos adversos do tabaco (#semrugas, #semsorrisosamarelos, #semrugas, #semflacidez).

Para as mulheres grávidas este é um movimento que apela à partilha de uma vida #semtabaco, #semriscosparaosdois e #semculpas.

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