ALERGIAS RESPIRATÓRIAS E ONDAS DE CALOR…

Este Verão tem sido fértil nas chamadas “ondas de calor”. Em tempo de férias, neste agosto de altas temperaturas, especialmente as pessoas que sofrem de alergias respiratórias devem ter em conta o alerta e os conselhos da Fundação Portuguesa do Pulmão…

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Fruto das alterações climáticas em curso, na sequência do fenómeno do aquecimento global, perspetiva-se que os fenómenos meteorológicos extremos sejam cada vez mais frequentes. Deles, as ondas de calor têm uma importância particular pelas suas repercussões sobre a saúde das populações: provocam aumento do número de episódios de doença e de urgência hospitalar, e excesso de mortalidade.

Embora atingindo toda a população, estes fenómenos têm consequências mais gravosas nos grupos de pessoas mais vulneráveis, como por exemplo: crianças, idosos, obesos, pessoas com doenças crónicas (diabetes, alcoolismo, doenças renais, hepáticas e cardiovasculares) e, em particular, os doentes respiratórios crónicos.

Tendo como missão principal promover a saúde respiratória, a Fundação Portuguesa do Pulmão alerta a população em geral, e os doentes respiratórios em particular, para a potencial gravidade deste fenómeno meteorológico, aconselhando os seguintes dez procedimentos:

1 – Aumentar a ingestão de líquidos (evitar bebidas alcoólicas, açucaradas e gaseificadas). Não esquecer que as crianças muito pequenas e os idosos podem não sentir sede, pelo que devem ser estimulados e ajudados na ingestão de líquidos.

2 – Fazer refeições leves e frequentes. Evitar comidas pesadas ou muito condimentadas.

3 – Procurar estar em ambientes com ar condicionado. Se na sua residência tal não for possível, o ar fresco pode ser encontrado nos cinemas, museus, centros comerciais, grandes superfícies, etc.

4 – Evitar a exposição solar, sobretudo entre as 11 e as 17 horas. Se tiver que se expor ao sol faça-o com a adequada proteção: chapéu de aba larga, óculos escuros com proteção para a radiação UVA e UVB, protetor solar (fator de proteção superior a 30) e roupa leve de algodão, larga e de cores claras, que cubra a maior parte do corpo.

5 – Evitar a praia. Os idosos e as crianças até aos três anos não devem ir à praia nos dias de intenso calor, ou então apenas no início da manhã e ao fim da tarde. As crianças mais pequenas devem evitar a exposição solar direta.

6 – Arrefecer a pele com banhos de água tépida.

7 – Evitar atividades ao ar livre que exijam muito esforço físico, nomeadamente em profissões como a construção civil ou jardinagem, e nalguns desportos, como o atletismo ou o ciclismo, sobretudo nos períodos de maior calor.

8 – Ter um particular cuidado com as viaturas expostas ao sol. Se a viatura não tiver ar condicionado deve viajar com as janelas parcialmente abertas. Nunca deixar crianças, idosos, ou pessoas fragilizadas no interior de veículos expostos ao sol, onde a temperatura pode atingir valores superiores a 65° C.

9 – Proteger a habitação; evitar a entrada do calor fechando persianas e portadas e ventilá-la a partir do entardecer quando a temperatura do exterior for inferior à do interior. Os idosos, pessoas acamadas e as crianças devem ter muito pouca roupa na cama.

10 – Lembre-se dos outros. Informe-se sobre o estado de saúde de pessoas isoladas, dependentes, idosas ou frágeis do ponto de vista mental ou social que vivam perto de si; ajude-as a superar os dias de grande calor.

 

PRAIA SIM, MAS ATENÇÃO À TEMPERATURA DO AR!

Em relação ao ponto 5, acima descrito, ainda uma nota da FPP:

Na maioria dos doentes com Rinite ou Asma existe um componente alérgico e, por isso, a permanência na praia é benéfica por existirem menos alérgenos no ar. O bater das ondas na areia e rochas produz um aerossol que fluidifica as secreções nasais e facilita a respiração. Mas o ideal é que o clima seja temperado, pois o ar muito quente e seco contraria este efeito benéfico.

Agradecimentos:

Fundação Portuguesa do Pulmão

http://www.fundacaoportuguesadopulmao.org

geral@fundacaoportuguesadopulmao.org

Coordenação:

MLG – Comunicação e Serviços

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FÉRIAS FELIZES… E SAUDÁVEIS!

Depois de termos abordado temas como a qualidade das praias e os cuidados a ter com a pele, no Verão, esperamos que estes conselhos da FPP sejam uma mais valia, muito especialmente para os doentes respiratórios crónicos. Nós, Airfree, desejamos a todos um bom período de repouso e lazer, e regressaremos em breve, a este espaço Blogue, para dar continuidade aos nossos temas em prol da saúde e qualidade de vida.

Ah!, mas no nosso Facebook estamos sempre convosco, diariamente!🙂

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VAMOS FALAR DE HEPATITES?

Médicos e figuras públicas, professores de ginástica, modelos… O que os junta a todos na quinta-feira, na Praia da Rainha? Vão a banhos? Não, ainda que um mergulho possa saber bem no final de um dia de trabalho / Programa de ações em que as Hepatites estão em foco.

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28 é o seu Dia…

Na próxima 5ª feira, 28 de julho assinala-se o Dia Mundial das Hepatites, quetem por objetivo divulgar esta doença à comunidade, para a informar esensibilizar nos seus múltiplos aspetos.Foi em 2010 que a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu esta data como o Dia Mundial de Luta Contra as hepatites virais.

Todos os anos este dia apresenta um tema diferente. “Proteja o seu fígado, beba com moderação” é o tema do Dia Mundial das Hepatites 2016. A iniciativa da OMS conta com a colaboração da Aliança Mundial das Hepatites (World Hepatitis Alliance), da ELPA (European Liver Patients Association) e, em Portugal, da Direção-Geral da Saúde, que criou em 2015 a Estratégia Nacional para as Hepatites Virais.

Contatámos a Associação SOS Hepatites, na pessoa da sua fundadora e presidente, Emília Rodrigues, que nos respondeu a algumas questões sobre esta doença que mata, anualmente, 1,4 milhões de pessoas…

– De forma genérica, o que é a Hepatite e quais os tipos de Hepatite que existem?

Hepatite é uma inflamação do fígado. A palavra hepatite tem origem no grego hepar, que quer dizer “fígado”, mais itis, termo médico usado para designar “doença inflamatória”. As hepatites podem ser causadas por vírus, medicamentos, abuso de drogas ou álcool, e autoimunes. A hepatite pode ser classificada como:

– Hepatite aguda – Quando o vírus é completamente eliminado do organismo em até 6 meses;

– Hepatite crónica – Quando o vírus permanece no organismo por mais de 6 meses, podendo levar a complicações como cirrose hepática e cancro.

Tipos de Hepatite

– Virais

 Hepatite A; B; C; D; e Hepatite E;

– Não virais

 Hepatite alcoólica;

 Hepatite medicamentosa;

 Hepatite autoimune.

Na grande maioria dos casos, as hepatites virais (Hepatites A, B, C, D e E) não apresentam sintomas e, quando estes aparecem, a doença já está numa fase mais avançada. Os sintomas mais comuns de hepatite são:

– Febre;

– Fraqueza;

– Mal-estar;

– Dor abdominal;

– Náuseas;

– Vómitos;

– Perda de apetite;

– Urina escura;

– Icterícia (olhos, pele e mucosas amarelados);

– Fezes esbranquiçadas.

– E sobre o tratamento e percentagem de cura?

O tratamento da hepatite varia conforme a causa. Repouso, dieta adequada (Hepatite A); suspensão do uso do agente causador (hepatite medicamentosa e alcoólica); corticoides (hepatite autoimune).

Hoje em dia temos novos medicamentos para o tratamento da Hepatite C,sem efeitos secundários para o portador, e que permitem uma taxa de curaentre 95 e 97%.

– Quais os números de óbitos em Portugal? E, sobretudo, em que tipo de Hepatite?

Não temos números concretos, mas estima-se que até 2015 tivessem morrido entre 900 e 1100 pessoas por hepatite C.

– Quanto aos números mundiais?…

A OMS estima que morram anualmente 1,4 milhões de pessoas infetadas,sendo a hepatite B responsável pela maioria, seguidas pelas mortes causadas pela hepatite C, e em terceiro lugar pelo abuso no consumo de bebidas alcoólicas.

– Dos vários tipos de Hepatite, quais podem estar ativos no organismo sem que as pessoas saibam?

As virais, principalmente a C. Esta hepatite pode estar até 40 anos no organismo sem que tenhamos qualquer sintoma. Alguns dos nossos associados são homens que estiveram na guerra do Ultramar e descobrem agora que são portadores. A maioria encontra-se num estádio mais avançado da doença, pois está com cirrose.

– Existe um estigma ligado à doença, certo? Muitas pessoas acreditam que todas as Hepatites decorrem do álcool ou droga?

Sim, ainda existe muita discriminação com as hepatites, nomeadamente a Hepatite C, que é conectada com sexo – álcool – e consumos de droga.

– Que tipos de Hepatite se podem prevenir?

Podem prevenir-se:

– A hepatite A – Com medidas de higiene, nomeadamente a lavagem das mãos e das hortaliças.

– A hepatite B – Tem vacina e transmite-se através de sangue e sexo não protegido.

A hepatite C – Transmite-se através de sangue. Não tem vacina. Meios de transmissão: partilha de escovas e alicates das unhas, escovas de dentes, e material cortante.

No caso de toxicodependência transmite-se na partilha das seringas e detodo o material (caricas, algodão…).

– Hepatite D – Não existe sem a B.

– Hepatite E – Hepatite das carnes mal-cozinhadas, nomeadamente a de porco.

– Hepatite alcoólica e medicamentosa – Não consumindo os fatores de risco: álcool / medicamentos sem receita / drogas.

 

SOBRE A SOS HEPATITES

A SOS Hepatites é uma associação não-governamental e sem fins lucrativos, que tem como principal objetivo a divulgação e a consciencialização da população em geral e dos profissionais da área da saúde para o problema das Hepatites Virais, os seus riscos, formas de contágio, tratamento e prevenção.

Mais informações: http://www.soshepatites.org.pt

https://www.facebook.com/AssociacaoSOSHepatites/?ref=aymt_homepage_panel

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LOCAL ESCOLHIDO PARA AS COMEMORAÇÕES? A PRAIA! Com a programação da Associação SOS Hepatites para esta 5ª feira, 28 julho, estão agendadas várias ações, a decorrer na Praia da Rainha, Costa da Caparica, entre as 10,00 e as 17,00 horas. Pretende-se, com o apoio da Comunicação social, sensibilizar os portugueses para a importância do rastreio, numa altura em que a própria OMS alerta para a necessidade de controlo das patologias associadas aos problemas do fígado.

Esta divulgação será acompanhada do programa das comemorações:

PROGRAMA 5ª FEIRA, DIA 28…

10,00h – Ginástica na praia com professor especializado

10,30h – Distribuição de material junto da população que for chegando ou

saindo da praia (sacos, folhetos, cremes, etc.) até as 16h00;

14,00h – Médicos e figuras públicas chegam ao local para dar apoio à

iniciativa, e servir de suporte à presença da Comunicação Social;

15,00h – Ginástica na praia com professor especializado;

15,30h – Passagem de modelos;

16,00h – Cerimónia comemorativa do Dia Mundial das Hepatites, em que usam da palavra o Presidente ou Representante da CMA, a Presidente da

SOS Hepatites e o presidente do Conselho Científico da SOS Hepatites.

CONTATOS ÚTEIS:

Telem.: 969 677 151

http://www.soshepatites.org.pt

geral@soshepatites.org.pt

https://www.facebook.com/AssociacaoSOSHepatites/?ref=aymt_homepage_panel

Agradecimentos:

Dra. Emília Rodrigues

Fundadora e Presidente da Direção

Associação SOS Hepatites

Coordenação:

MLG – Comunicação e Serviços

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FÉRIAS NA PRAIA? ATENÇÃO À QUALIDADE! TERÃO “OURO” OU BANDEIRA AZUL?

Estamos na época, por excelência, das férias. E para uma grande parte da população, férias significa PRAIA! Mas nem todas as praias correspondem às expetativas de águas e areias limpas…

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Falámos recentemente dos cuidados e proteção da pele, quando da exposição ao Sol. Mas colocar os nossos pezinhos em areias e mares poluídos também é um fator de risco para a saúde…

Numa altura em que as pessoas estão cada vez mais sensibilizadas para as questões ambientais, muitos de nós já não prescindimos da avaliação dos especialistas para poder fazer escolhas informadas.

Assim, tal como tem vindo a ser hábito em épocas anteriores, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, voltou a atribuir a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” às zonas balneares do País cujas águas balneares apresentam melhores resultados em termos de qualidade.

Este ano, foram distinguidas 382 praias com “Qualidade de Ouro”, 338 em zonas balneares costeiras, 36 interiores e 8 de transição.

À semelhança dos anos anteriores a Quercus identifica, de acordo com os critérios estabelecidos pela própria Associação, as águas balneares em Portugal classificadas como tendo “Qualidade de Ouro”, com base na informação pública oficial disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (SNIRH – http://snirh.pt/).

Identificadas estão, em 2016, 382 praias com “Qualidade de Ouro” em Portugal – mais 68 que no ano anterior.

Deste total, 321 praias situam-se em Portugal continental, 41 na Região Autónoma dos Açores e 20 na Região Autónoma da Madeira. E este ano temos mais 57 praias costeiras, 10 interiores e 3 de transição, a receber esta distinção.

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“PRAIAS DE OURO” POR CONCELHOS:

– ALBUFEIRA – 22 zonas balneares;

– VILA NOVA DE GAIA – 18 zonas balneares;

– ALMADA – 16 zonas balneares;

– TORRES VEDRAS E VILA DO BISPO – 12 zonas balneares

 

Em comparação com o ano de 2015 perdem o galardão 2 praias fluviais e três costeiras, sendo de realçar as praias de D. Ana, em Lagos, e da Leirosa, na Figueira da Foz, uma vez que a partir deste ano passou a ser igualmente ponderado na atribuição do galardão a existência de eventuais atentados ambientais ou paisagísticos nas praias.

 

 E quais os critérios para atribuição do galardão praia com “Qualidade de Ouro”?

 Ao atribuir a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, o objetivo da Quercus é realçar aquelas que ao longo de cinco anos (de 2011 a 2015) tenham apresentado sistematicamente uma água balnear de qualidade “EXCELENTE”, de acordo com rigorosas análises realizadas (tendo em conta a classificação da legislação em vigor) e que nesse sentido oferecem uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade das suas águas.

Ficam de fora desta lista com selo de excelência as águas balneares cuja classificação abranja menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição, ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior à estabelecida como mínimo pela Quercus.

Para conferir se a praia dos seus sonhos se encontra nas melhores condições para lhe proporcionar prazerosos e saudáveis banhos de mar, consulta a lista completa de praias em www.quercus.pt

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BANDEIRA AZUL FAZ 30 ANOS!

A Bandeira Azul é hasteada este ano em 314 praias, mais 15 atribuições do que em 2015, ultrapassando pela primeira vez a barreira das três centenas, anunciou o presidente da associação promotora em Portugal.

No ano em que se comemoram 30 anos de Bandeira Azul, sob o mote “Trinta anos, trinta critérios, um objetivo”, João Archer referiu que o facto de a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) atribuir mais de 300 distinções a praias é uma marca “significativa”.

Tendo em conta os critérios de atribuição, desde a “informação e educação ambiental”, “qualidade da água”, “gestão ambiental e equipamentos” e “segurança e serviços”, João Archer, considera que a possibilidade de se hastearem 314 bandeiras este ano é reflexo “de um caminho de sucesso”.

A associação tem também planeadas para este verão 707 atividades de educação ambiental em 650 praias e 57 marinas, havendo ainda concurso sobre práticas sustentáveis e códigos de conduta.

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A OPÇÃO DAS PRAIAS FLUVIAIS

(em http://lifestyle.sapo.pt)

Algumas de que poderá gostar – Se entretanto já aprecia ou quer conhecer uma praia fluvial, veja a seleção realizada, com a localização das praias e informações de interesse geral:

http://lifestyle.sapo.pt/casa-e-lazer/viagens-e-turismo/fotos/praias-fluviais-a-nao-perder-este-verao#galeria=656044&foto=1

 

Cada vez mais saudáveis… – As praias fluviais em Portugal com bandeira azul passaram, entre 2006 e 2016, de três para 22, com o investimento autárquico em infraestruturas e no tratamento de águas a garantir um aumento substancial das praias distinguidas.

http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/ha-cada-vez-mais-praias-fluviais-saudaveis-em-portugal

 

Coordenação de textos:

 

MLG – Comunicação e Serviços

 

 

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OS NOSSOS ESCUDOS PROTETORES DO SOL…

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Na passada semana iniciámos o tema de cuidados de proteção da pele quando da exposição ao sol, sabendo-se que os comportamentos de risco continuam, mesmo sendo o cancro de pele uma das possíveis (a pior) consequência da incorreta exposição ao astro-rei…

Concluímos hoje, falando dos tipos e texturas dos protetores solares e adaptação aos vários tipos de peles, bem como alguns cuidados essências com o rosto e corpo, para uma pele saudavelmente bronzeada neste Verão.

Para trás ficaram os anos em que as pessoas, para se protegerem do Sol, usavam misturas de unguentos caseiros, com os quais besuntavam o corpo. Ou, pior ainda, nem sequer proteção usavam. Hoje, com toda a informação de que se dispõe, ninguém deveria ser inconsciente ao ponto de apanhar sol sem um creme protetor.

Diz a tradição popular que “nem todos os sóis são iguais”; nem tão pouco as peles o são, acrescentaríamos nós. Por isso os laboratórios cosméticos oferecem-nos diferentes texturas e distintos fatores de proteção:

 Leite – De cor branca e textura ligeira, absorve-se facilmente. As crianças e os homens são os seus principais utilizadores, já que não deixa película gordurosa na pele. No entanto, as peles muito secas necessitarão de um suplemento de hidratação.

Óleo – Normalmente, as texturas tipo óleo costumam ter índices de proteção baixos e são indicadas para peles já habituadas ao sol. Atualmente podemos encontrar produtos deste tipo cuja textura não é gordurosa. O cúmulo da sofisticação solar são os óleos que repelem a areia.

Creme – Indicadas sobretudo para o rosto, as texturas tipo creme são mais ricas e emolientes do que as citadas anteriormente.

Águas – As águas refrescantes oferecem pouca proteção face ao sol, mas a sua missão é, antes de mais, a de refrescar e proporcionar uma hidratação suplementar. Previamente à água, podemos aplicar um produto com maior índice de proteção.

 – Spray – Geralmente, as texturas apresentadas em spray são os óleos, os leites muito leves, e também a água. Com este método a distribuição do produto é mais cómoda – sobretudo em zonas de difícil acesso, como as costas. Alguns auto bronzeadores têm esta apresentação.

Mas no rosto há que ter muito cuidado, para que o produto não entre nos olhos – exceto com as águas refrescantes. É conveniente aplicá-lo primeiro na mão, e depois espalhá-lo pelo rosto.

 

COMO ATUAM OS FILTROS SOLARES?

Um bom filtro solar deve defender-nos como uma segunda pele. Os filtros solares são ingredientes que podem absorver, dispersar ou refletir os raios ultravioletas. Na realidade, um filtro é uma molécula que absorve energia luminosa, num leque determinado de comprimentos de onda, permitindo reduzir a quantidade de raios ultravioletas – A ou B – que atravessam a pele e alcançam as células.

A molécula filtrante tem um comportamento bastante particular. Ao absorver energia luminosa, o filtro sofre uma modificação e atua como uma espécie de transformador: passa a um estado de excitação para absorver a energia nociva. Mas, antes de poder voltar ao seu estado normal e continuar a funcionar, tem de libertar-se dessa energia nociva. Para isso, transforma-a e dá-lhe uma forma inofensiva: a de calor.

Para que um filtro seja eficaz, deve ser estável. A fotoestabilidade deve constituir uma qualidade básica, mas nem sempre assim é: alguns fotoprotetores alteram-se e perdem eficácia à medida que recebem energia solar. Uma pessoa pensa estar protegida, mas um filtro pode, por vezes, perder até 70% da sua eficácia numa hora de exposição.

Os fotoprotetores solares podem ser de dois tipos: físicos ou químicos.

*Filtros físicos – Atuam refletindo os raios ultravioletas no exterior da pele, isto é, formam uma barreira protetora para que o organismo não os absorva. Entre os filtros físicos, o mais conhecido é o de dióxido de titânio e óxido de zinco. Devido à sua natureza mineral, este filtro é inerte, pelo que pode ser usado em peles sensíveis e intolerantes. A sua presença faz com que o produto apareça branco e opaco – e, por vezes, pastoso; porém, em estado ultrafino, a emulsão é mais transparente e fluida.

*Filtros químicos – Absorvem a energia dos raios solares através de reações químicas no interior da epiderme. Penetram perfeitamente na pele e são fáceis de aplicar; no entanto, em concentrações elevadas podem causar irritação nas peles mais sensíveis. Entre os filtros químicos, destacam-se: filtros UV A – protegem contra o envelhecimento e alergias solares; UV B – protegem das queimaduras; e vitamina E – neutraliza os radicais livres. Frequentemente, utiliza-se uma mistura de filtros químicos num só produto, porque os diferentes filtros químicos absorvem radiações de distintos comprimentos de onda.

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7 PASSOS PARA PREVENIR O APARECIMENTO DE RUGAS

A pele necessita de proteção eficaz contra as influências internas – stress, alimentação incorreta, tabaco, estilo de vida agitado, etc. –  e externas – poluição, ar condicionado, vento e sol, entre outros fatores que conduzem ao seu envelhecimento prematuro.

  1. Cuide da pele

A forma mais eficaz de se proteger e evitar o envelhecimento prematuro da pele do rosto é começar a cuidá-la o mais cedo possível.

Limpe cuidadosamente o rosto, particularmente antes de se deitar. A pele renova-se sobretudo durante a noite, e por isso deve estar bem limpa de maquilhagem e das impurezas acumuladas ao longo do dia.

Diariamente, aplique um creme de dia com proteção UV, já que um dos principais fatores responsáveis pelas rídulas e rugas que surgem na pele são os raios UV. Estes atuam durante o dia, quase sempre com a mesma intensidade ao longo do ano. À noite, aplique um creme específico, que deve ser mais rico que o de dia, para facilitar o processo de regeneração da pele.

 

  1. Faça uma esfoliação regular

A esfoliação regular torna qualquer tipo de pele mais fina e macia. Após esta limpeza em profundidade, na qual as células mortas e as impurezas são removidas suavemente, a pele adquire maior capacidade para receber em pleno os cuidados seguintes. Ao mesmo tempo, a renovação celular torna-se mais ativa e a pele readquire a sua tonalidade normal.

  1. Faça uma alimentação equilibrada

Mantenha hábitos alimentares saudáveis: coma bastantes frutos e legumes frescos, de forma a ingerir as quantidades necessárias de vitaminas e antioxidantes. Engordar e emagrecer continuamente perturba o metabolismo e causa, em geral, um efeito negativo. Evite o consumo de café e bebidas alcoólicas, que prejudicam a elasticidade e a firmeza da pele. Beba muita água, para evitar a desidratação e favorecer a eliminação de toxinas.

  1. Deixe de fumar

Fumar é, também, uma das causas do aparecimento de rugas. A pele dos fumadores envelhece quatro vezes mais rapidamente do que a dos não fumadores. Isto acontece porque de cada vez que o fumo de um cigarro penetra nos pulmões, um número elevado de radicais livres é libertado.

  1. Estimule os sentidos

A água quente é a forma ideal de massajar suavemente o corpo e relaxar os músculos, fazendo com que o stress acumulado ao longo do dia desapareça. Acrescente ao seu duche de água quente um aroma fresco a flores, como a malva, reconhecida pelas suas propriedades calmantes.

  1. Acalme e relaxe

O estado de stress permanente causa irritabilidade, fechando os vasos finos que se encontram à superfície da pele, o que impede a divisão celular e a formação de fibras de colagénio, além de que produz radicais livres, acelerando o processo de envelhecimento da pele.

  1. Desfrute da Natureza

Ar puro, campos verdes, o sol a brilhar e os pássaros a chilrear são formas de cuidar do físico e da mente, conferindo ao corpo uma leveza difícil de alcançar nos grandes centros urbanos.

 

 

Agradecimentos:

 Revista “Saúde e Bem-estar”

https://www.facebook.com/Revista.Saude.e.Bem.Estar

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O SOL É UM AMIGO, SE NOS CUIDARMOS… NESTE VERÃO, PROTEJA A SUA PELE!

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Family running on a paradisaical beach

A pele é o órgão que mais sofre com as agressões típicas do Verão, nomeadamente o sol, as temperaturas elevadas e até as picadas de insetos. Daí resultarem queimaduras mais ou menos graves, infeções, envelhecimento prematuro e, nos casos extremos, cancro da pele. Por tudo isto torna-se fundamental manter esta barreira natural sempre bem protegida.

 

Todos nós já ouvimos falar das potencialmente terríveis consequências para a pele do excesso de exposição solar. Contudo, estudos recentes promovidos por entidades idóneas, indicam que uma boa parte da população portuguesa escolhe e aplica um creme de proteção solar de forma mais ou menos aleatória, sem pedir conselho profissional, para além de manter comportamentos de risco. Esta atitude, repetida ao longo dos anos e sem uma expressiva evolução positiva, tem feito aumentar a incidência de queimaduras solares, eritemas e, inclusive, cancro da pele. E isto, quer em Portugal, quer em muitos outros países da Europa.

O QUE É O CAPITAL SOLAR?

Os cerca de um terço dos portugueses que insistem em permanecer na praia ou na piscina durante as horas de maior intensidade solar parecem esquecer-se que, com uma exposição repetida, uma pele bronzeada que tão atrativa é aos 20 anos, começa a tornar-se seca, fina e enrugada a partir dos 40, aumentando com isso o risco de desenvolver cancro da pele.

O que muitos não sabem é que toda a radiação que recebemos fica gravada na memória da pele, durante toda a vida. Dito de outra forma: a pele possui o chamado capital solar, que é a quantidade de sol que consegue absorver sem se deteriorar.

Atingido o capital solar, “o copo transborda” e os danos começam a fazer-se sentir.

De que forma, é o que vamos saber a seguir.

Escaldão

O sol brilha, mas a imprudência queima. Este bem podia ser o título de uma campanha de sensibilização contra os riscos do sol. Qualquer pessoa que já tenha apanhado um escaldão sabe que não é nada agradável. Vermelhidão, ardor, formação de bolhas, febre e calafrios são as dolorosas consequências de uma exposição inadequada.

Mas isto não é o pior de tudo, já que um só escaldão – sobretudo se se produzir antes dos 15 anos de idade – eleva de forma considerável a probabilidade de desenvolver um cancro de pele.

A melhor prevenção consiste em evitar a exposição solar durante as horas mais perigosas, das 11 às 17 horas, e proteger todo o corpo – incluindo lábios, olhos, cabeça e mãos – de forma adequada.

Se não conseguir evitar a queimadura, tenha o máximo de cuidado com as bolhas: não as rebente, refresque a zona danificada com compressas de água fria e aplique um spray “after-sun” para aliviar a dor e recuperar a pele. Se o ardor não diminuir, consulte o médico.

Eritema solar

O eritema solar é menos grave do que a queimadura. Trata-se de uma congestão cutânea que se produz devido ao excesso de exposição solar. A pele adquire, então, um tom rosado intenso – popularmente, é a chamada “pele de lagosta”. Nas peles claras o eritema é mais evidente e intenso. Por vezes, chegam a formar-se bolhas.

Envelhecimento prematuro

O fotoenvelhecimento é um dos principais riscos da exposição reiterada e imprudente ao sol. O calor faz com que a pele se desidrate e perca elasticidade. Estima-se que 80 a 90% do envelhecimento cutâneo se deve ao desgaste que a luz solar produz sobre a nossa pele, ao longo de toda a vida. Os raios UV A atacam as fibras elásticas da derme, fazendo com que esta perca tonicidade e firmeza e dando lugar à formação de rugas, sobretudo no rosto, zona do decote e costas das mãos. Para evitar esta desidratação beba muitos líquidos e utilize cosmética adaptada ao seu tipo de pele.

Reações alérgicas

A verdadeira alergia ao sol é uma reação pouco comum. Muitos especialistas defendem que as manchas, ardores e pequenas ampolas de que algumas pessoas se queixam podem não passar de reações de fotossensibilidade menos complexas.

A alergia ao sol propriamente dita apresenta diferentes graus de afetação. A mais frequente surge com o início do bom tempo, altura em que aparecem lesões cutâneas, as quais, no entanto, melhoram à medida que o verão avança.

Quando se produz uma lesão cutânea aparentemente causada pela exposição ao sol, os especialistas aconselham a consultar um dermatologista para despistar possíveis causas, como a aplicação ou a toma de certos medicamentos, ou outras doenças mais graves, como o lúpus eritematoso.

Manchas

As manchas são outros dos inestéticos “presentes” de uma inadequada exposição ao astro-rei. O aparecimento de manchas solares é consequência de uma produção alterada de melanina por parte das células especializadas, os melanócitos. Para as evitar há que adotar, mais uma vez, as precauções básicas.

Cancro da pele

O cancro da pele é a pior das possíveis consequências de uma incorreta exposição solar. Apesar das campanhas preventivas, os casos de cancro cutâneo continuam a aumentar de ano para ano. O Organização Mundial de Saúde determinou que a principal causa para este aumento, desde o começo dos anos 70, é a exposição desregrada ao astro-rei, que foi prática comum durante décadas. A perda de consistência da camada de ozono e a moda do bronzeado são fatores que, somados aos escaldões sofridos durante a primeira infância e a adolescência, aumentam a probabilidade de sofrer de cancro da pele na idade adulta.

O melanoma é o tipo de cancro de pele que produz maior mortalidade. Embora ninguém esteja isento de risco, os indivíduos que se bronzeiam com dificuldade, que sofreram queimaduras solares na infância, que possuem múltiplos sinais atípicos ou que têm antecedentes familiares de melanoma são os mais propensos.

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COMO IDENTIFICAR UM MELANOMA

O sistema ABCD (assimetria, bordo, cor, diâmetro) serve para identificar manchas na pele que devem ser observadas pelo médico.

Assimetria. As lesões de melanoma costumam ter forma irregular – assimétrica –, enquanto os sinais benignos – não cancerosos – costumam ser arredondados – simétricos.

Bordo. Frequentemente, os bordos desiguais ou irregulares indicam lesões de melanoma. Os sinais benignos têm bordos lisos.

Cor. Quando se sofre um melanoma, as lesões costumam apresentar muitas sombras de cor castanho ou negro, enquanto nos sinais benignos se vê uma única sombra castanha.

Diâmetro. As lesões de melanoma têm, por vezes, mais de 6 milímetros de diâmetro, enquanto os sinais benignos costumam ser mais pequenos.

 

 

MELANINA E MELANÓCITOS

O termo melanina utiliza-se para designar um biopolímero complexo, responsável pela cor da superfície da pele. A melanina é sintetizada por umas glândulas unicelulares, situadas sobre a camada basal da epiderme: os melanócitos. Estimulados apenas pelos raios UV B, os melanócitos produzem os pigmentos melânicos e estes, ao emigrarem, impregnam toda a epiderme, desde a camada basal até à superfície.

A função essencial da melanina é a de proteger a pele do corpo humano, contra os danos que podem ser produzidos pelas radiações ultravioleta. Não obstante, após numerosas investigações constatou-se que, embora a melanina seja um filtro eficaz face aos raios UV B, a sua proteção é insuficiente contra os UV A e os infravermelhos.

As melaninas formam uma grande variedade de radicais livres, em diferentes circunstâncias, em particular sob a ação dos raios UV A. A este respeito, comprovou-se a existência de duas melaninas:

Feomelaninas ou pigmentos vermelhos – Produzem radicais livres, quando são submetidos à irradiação.

Eumelaninas ou pigmentos negros – Possuem, ao contrário, propriedades antirradicais.

Quase todas as pessoas apresentam ambos os tipos de melaninas em diferentes proporções, que variam desde as pessoas de pele muito clara, que quase só têm feomelaninas, até à raça negra, cuja epiderme quase só contém eumelaninas.

Em conclusão, podemos considerar a melanina como um filtro solar eficaz, mas que também apresenta inconvenientes: protege contra os raios UV B, mas é insuficiente perante os UV A e os infravermelhos; é variável de uns indivíduos para outros; e é seletiva, já que o bronzeado não evita o envelhecimento cutâneo produzido pelos raios UV A.

 

***

Na próxima semana concluiremos esta matéria, abordando os vários tipos e texturas de protetores solares e sua atuação consoante o tipo de pele, com conselhos para prevenir o aparecimento de rugas e, de forma genérica praticar este Verão uma vida com simples cuidados no dia a dia,mas cujos benefícios se irão também refletir, e muito, na saúde e bem-estar da sua pele.

 

Agradecimentos:

 

Revista “Saúde e Bem-estar”

(e seu editor, Francisco Duarte, que se rodeia dos melhores especialistas

para informar com qualidade e rigor.)

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FÉRIAS EM HOTÉIS? ALÉRGICOS PEDEM “BONS AMBIENTES”.

 

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 Pernoitar em hotéis não pode ser motivo de agravamento da qualidade de vida de pessoas que sofram de alergias, asma e sensibilidade múltipla por agentes químicos.

Nas últimas semanas, dias de muito bom tempo, com feriados, proporcionaram férias antecipadas a uma considerável faixa da população.Estadias em hotéis tiveram, desta forma, considerável aumento.Muito bom para visitantes e visitados… Será?

Há de facto um “mas” que afeta, mais do que se pensa, as pessoas com problemas de alergias que pernoitam em hotéis com ar contaminado.

E esta contaminação, motivo de muitos transtornos tanto para os hóspedes como para as próprias unidades hoteleiras, tem como principais responsáveis bactérias, mofos, ácaros e agentes químicos variados.

O que afeta a qualidade do ar em hotéis… 

Bactérias. Infeções bacterianas, tais como a legionelose, são habitualmente associadas à manutenção precária dos sistemas de ar condicionado e humidificadores do ar. A contaminação pode acontecer mesmo a uma distância de três quilómetros do foco.

Mofos. Infiltrações e humidade são fatores de predisposição para o aparecimento do mofo. São responsáveis por diversos problemas de saúde, designadamente as reações alérgicas. Sem esquecer que cerca de 80% das pessoas com alergias respiratórias são sensíveis ao mofo…

Ácaros. Estes microrganismos, que se encontram principalmente em carpetes, travesseiros e colchões (preferem os locais húmidos e ricos em descamações de pele humana) estão diretamente relacionados com as alergias respiratórias e a asma.

Nas suas fezes encontram-se 95% das substâncias que deflagram as alergias e uma simples arrumação da cama ou a passagem do aspirador do pó pode aumentar em 1000 vezes a concentração destas substâncias no ar.

Mesmo os aspiradores de pó de alta eficácia parecem ser incapazes de removê-las.

Agentes químicos. Produtos de limpeza, tabaco e até perfumes podem causar irritações nas vias respiratórias. Com o objetivo de amenizar os odores gerados por certos produtos, muitos hotéis utilizam geradores de ozono. O problema é que o ozono é um gás que pode causar irritações nos olhos, nariz, garganta e pulmões. E exposições prolongadas podem mesmo levar à redução permanente da capacidade pulmonar. Quanto às crianças, especialmente asmáticas, são mais suscetíveis ao gás.

 

Estudos sobre o tema demonstram que:

– 30% dos hóspedes sofrem de alergias;

– 83% dos hóspedes preferem ficar em quartos que ofereçam um ar tratado, livre de alérgenos;

– 59% dos hóspedes optariam por um hotel que ofereça quartos antialérgicos, em detrimento de outro hotel que não os proporcione;

– 58% dos hóspedes estão dispostos a pagar uma pequena taxa pelo usufruto de quartos antialérgicos.

 

TRATAR BEM O CLIENTE…

Oferecendo-lhe ar… tratado!

 Fiel à sua missão de “aliar a melhor tecnologia e design para transformar as necessidades dos clientes em soluções inovadoras para ambientes internos”, designadamente através da purificação do ar, a Airfree está naturalmente atenta a todos os fatores que levem a uma diminuição do bem-estar de alérgicos.

Mesmo que os hóspedes destas unidades tenham um ar tratado em suas casas, as noites passadas em hotéis que não estejam vocacionados para a preocupação com o tratamento do ar, em nada contribuem para uma estadia feliz.

Por isso, a marca nacional de Purificadores do Ar tem modelos específicos para a indústria hoteleira. E refere uma maior sensibilização do setor para os benefícios da colocação destes aparelhos, que  à partida permitem oferecer aos hóspedes quartos antialérgicos e livres de bactérias e mofo, com vantagens associadas para os próprios hotéis.

Mar versus mofos…

Só para dar um exemplo, o Sheraton da Barra, no Rio de Janeiro, instalou recentemente algumas centenas de aparelhos Airfree. Colocado frente ao mar, o hotel ultrapassou desta forma um problema de infestação de mofos, causador de odores desagradáveis e que assim ficou resolvido…

TECNOLOGIA AMIGÁVEL AO USUÁRIO

A tecnologia Airfree® não é apenas segura e fácil de usar, mas conta também com um processo totalmente natural de circulação do ar.

Através de um funcionamento muito simples, o ar contaminado é puxado para o interior dos aparelhos e passa pelo seu exclusivo conjunto cerâmico de esterilização, que sem aquecer o espaço em redor elimina 99,99% desses microrganismos e alérgenos a temperaturas próximas dos 200°C, devolvendo o ar purificado ao ambiente.

ECO HOTÉIS EM CRESCIMENTO

Pelo facto de cada vez maior número de pessoas sofrerem de alergias, asma e sensibilidade múltipla por agentes químicos, a indústria hoteleira tem vindo a investir nos chamados hotéis verdes ou eco hotéis, que criam ambientes propícios aos alérgicos por serem  dotados de responsabilidade ambiental.

Para evitar o mal-estar de hóspedes e proporcionar-lhes uma estadia mais agradável algumas medidas foram adotadas, como por exemplo a utilização de materiais recicláveis e com baixo índice de emissão de compostos químicos voláteis; a diminuição do recurso a produtos químicos; e, principalmente, a melhoria da qualidade do ar, especialmente nos quartos.

E este conceito tem sido incorporado tanto por pequenas unidades hoteleiras, como também por cadeias luxuosas de hotéis, um pouco por todo o mundo.

De facto, o “verde” é uma cor poderosa.

 

Tome nota!

Segundo matéria recentemente publicada na edição online da revista “Saber Viver”, em Portugal já é extensa a lista de eco hotéis, ou seja, alojamentos verdes, amigos do ambiente.

Numa altura em que se marcam as férias de verão, o artigo sugere uma “escapadela” a estas unidades e apresenta algumas sugestões, um pouco por todo o País…

A conferir em: http://www.saberviver.pt/eco-hoteis-para-ir-nas-ferias/

 

 

Coordenação de textos:

  MLG – Comunicação e Serviços

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O “REALISMO MÁGICO” DE DAR SANGUE…

“O Sangue Liga-nos a Todos” é o lema proposto pela OMS para assinalar o Dia Mundial do Dador de Sangue, que se comemora no próximo dia 14 de junho.

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 E a Organização Mundial de Saúde pretende que, mais do que um Dia, a nova Campanha – cuja mensagem principal é “Partilhe Vida, Dê Sangue” – tenha uma abrangência que perdure muito para além do assinalar da data…

Segundo Paulo Benvindo, técnico superior do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, IP, a OMS está a realizar uma Campanha verdadeiramente global, que vai ser adaptada para 7 línguas diferentes, pretendendo-se assim chegar de forma mais próxima aos vários países.

Enquanto isto não acontece, encontramos no site da OMS um mundo de informação sobre esta temática de vital importância para a Vida.

Confirme em: http://www.who.int/campaigns/world-blood-donor-day/2016/en/

A presente campanha foi realizada em colaboração com a congénere dos Países Baixos (Sanquin) e está criativamente fundada no “realismo mágico”…

Paulo Benvindo explica:

“Nos spots apresentados podemos observar um mundo diverso, mas onde todos somos iguais na potencial necessidade de componentes sanguíneos. E podemos também seguir os agradecimentos, simultaneamente expressivos e implícitos de todos cujas vidas foram salvas graças à dádiva benévola de Sangue.”

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Portugal: um pouco abaixo da média europeia…

 O IPST,IP comemora uma vez mais o Dia Mundial de Dador de Sangue.

No próximo dia 14 de junho, a partir das 10h da manhã, no Auditório Tomé Pinto (Infarmed), em Lisboa, estarão presentes representantes das Federações de Dadores de Sangue, para debates e trocas de experiências…

Perguntamos a Paulo Benvindo se é satisfatória, no nosso País, a dádiva de sangue…

“A média portuguesa está, em termos de Europa, um pouco abaixo da média europeia, que é de 2 dádivas ao ano, por dador.

Isto explica-se em parte porque o País está a envelhecer e os adultos jovens, que vivem muito num universo online, nem sempre estão motivados para este tipo de solidariedade…

Já nos países europeus que estiveram envolvidos em guerras há uma maior consciência para a necessidade da dádiva benévola de sangue.”

 

Sabia que…

– De 108 milhões de colheitas anuais de sangue a nível mundial, metade são de países ricos. Por isso há muito a fazer para modificar esta estatística, melhorando a realidade que se vive nos países mais pobres e desprotegidos.

– Um dos grandes objetivos da OMS a nível global é que a dádiva de sangue seja totalmente voluntária e não remunerada. Esta é uma meta a atingir até 2020!

 

CONTACTO ÚTIL:

IPST, IP – Serviços centrais – Tel.: 21 006 30 46;

Email: diripst@ipst.min-saude.pt

http://ipst.pt

 

 

TESTEMUNHO DE UMA DADORA…

“A primeira vez foi num feriado de 13 de junho, tinha eu 20 anos…”, recordou Vânia Filipa referindo-se à altura em que pela primeira vez deu sangue.

A partir daí esta cabeleireira, hoje com 38 anos, nunca mais parou e dá sangue tres vezes ao ano, tantas quantas são permitidas às mulheres.

 

Conta que aconteceu por acaso…

“Estávamos um grupo de amigos a tomar café e a certa altura alguém pergunta o que haveríamos de fazer naquele dia…

‘Vocês não sei – disse uma amiga nossa -, ‘eu vou dar sangue’. Ela era um pouco mais velha e já era dadora há algum tempo. Ficámos a olhar uns para os outros e dissemos ‘porque não’?

Lembro que erámos uns 8, enchemos dois carros e lá fomos todos para o Amadora Sintra…”

Um pequeno inquérito e a análise a uma amostra de sangue demonstraram que estava tudo Ok e assim se iniciou Vânia no ato solidário de dar sangue.

Vânia e os amigos. E recorda que se sentiram todos muito bem consigo mesmos.

Uma pausa para almoçar no próprio hospital e recuperar forças, e à noite lá seguiram, com alegria redobrada, para as festas dos Santos Populares…

 

Agradecimentos:

Paulo Benvindo, Técnico Superior IPST, IP

Texto:

MLG – Comunicação e Serviços

 

***

 

SOBRE ESTE DIA, PERGUNTAS E RESPOSTAS

A celebração do Dia Mundial do Dador de Sangue tem como objetivo aumentar a consciência da necessidade de componentes sanguíneos seguros, bem como agradecer a todos os dadores as suas dádivas, reconhecendo o seu contributo em salvar vidas e em melhorar a saúde e qualidade de vida de muitos doentes.

De acordo com a OMS, 92 milhões de pessoas dão sangue anualmente, sendo que 45% destes dadores têm menos de 25 anos e 40% são mulheres. A OMS quer expandir este universo, encorajando outras pessoas a darem sangue.

 

Quem pode ser dador de sangue?

– Indivíduos que tiverem entre 18 e 65 anos de idade;

– Que pesem mais de 50 quilos;

– Que gozem de boa saúde e tenham hábitos de vida saudáveis.

 

Onde dar sangue?

– Nos Centros de Sangue e Transplantação de Lisboa, Porto e Coimbra;

– Nos locais onde se realizam colheitas de sangue móveis;

– Nos serviços de imunohemoterapia hospitalares.

 

O que fazer e o que não fazer depois de doar sangue?

– Devem ingerir-se líquidos em abundância.

– Não se pode conduzir por 30 minutos.

– Não se pode fumar por duas horas.

– Não se pode beber álcool por 12 horas.

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ELEFANTES E RINOCERONTES, PANGOLINS E CALAU-DE-CAPACETE…

 

Lutar contra o comércio ilegal da fauna e da flora selvagens é o tema do próximo Dia Mundial do Ambiente. A União Europeia enfrenta este desafio de nível mundial, através de “um plano de ação para os próximoscinco anos…”

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O Dia Mundial do Ambiente tem como objetivo assinalar ações positivas de proteção e preservação do ambiente, alertando populações e governos para essa imperiosidade. O evento data de 1972 e o dia escolhido, 5 de junho, marca o início da Conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente.

Um tema anual serve de ponto de partida para o desenvolvimento de ações que assinalam o Dia em mais de 100 países, com variadas atividades programadas para apresentar novas formas e métodos de preservar o futuro da humanidade em ações individuais do cidadão ou coletivas e com a participação das escolas, sensibilizando as crianças para ações que causem um impacto positivo no meio ambiente.

Em 2016, “a Luta contra o Comércio Ilegal da Fauna e da Flora Selvagens” é o tema deste Dia e faz parte de um plano de ação que a UE está a levar a cabo até 2020 para acabar com uma prática que “dizima a biodiversidade, alimenta a corrupção e ameaça o desenvolvimento económico em algumas das regiões mais pobres do mundo.”

“A este ritmo, uma criança nascida hoje verá os últimos elefantes e rinocerontes selvagens morrerem antes do seu 25.º aniversário…”

A UE é uma região de origem, trânsito e destino para o tráfico de espécies ameaçadas de extinção, que implica espécimes vivos e espécimes mortos da fauna e da flora selvagens, ou partes de produtos fabricados a partir deles.

Na última década, verificou-se um aumento dramático da caça furtiva e do comércio ilegal de produtos provenientes da fauna e da flora selvagens, impulsionado por um forte aumento da procura a nível mundial de produtos como marfim, chifres de rinoceronte, ossos e peles de tigre, madeiras nobres e peles de répteis. Mais de 20 000 elefantes e 1 200 rinocerontes foram mortos em 2014 e, após anos de recuperação, as populações destas espécies estão novamente em declínio.

Sobre isto, o Comissário responsável pelo Ambiente, Assuntos Marítimos e Pescas, Karmenu Vella declarou: “O tráfico de animais selvagens constitui uma importante ameaça para a sustentabilidade do nosso futuro, e temos de combatê-lo em várias frentes. Se a situação continuar a este ritmo, uma criança que nasça hoje verá os últimos elefantes e rinocerontes selvagens morrerem antes do seu 25.º aniversário. O novo plano de ação sublinha o nosso compromisso para pôr termo a esta atividade criminosa, conjugando vontade política e ação no terreno.”

O plano inclui 32 ações a realizar até 2020, pela UE e pelos seus 28 Estados‑Membros, centrando-se em três prioridades:

– Prevenir o tráfico e reduzir a oferta e a procura de produtos ilegais da fauna e da flora selvagens;

– Intensificar a aplicação das regras vigentes e combater a criminalidade organizada de forma mais eficaz;

– Reforçar a cooperação entre os países de origem, de destino e de trânsito.

Decorridos estes anos a Comissão Europeia fará um balanço da situação, mas alerta: “só trabalhando juntos com todo o empenho político necessário conseguiremos combater com êxito o crime contra a vida selvagem.

http://ec.europa.eu

Rinoceronte

WILD FOR LIFE:

“Para o bem-estar das pessoas e do planeta”.

A ONU Brasil (Nações Unidas no Brasil), alerta para o comércio ilegal de animais silvestres, lembrando que este crime “empurra espécies para a extinção, rouba o património natural dos países e dá lucro a redes criminosas internacionais.”

Com a hashtag #WildforLife, uma campanha lançada dia 25 de maio em Nairobi, Quénia, durante a segunda sessão da Assembleia Ambiental das Nações Unidas (UNEA-2), visa mobilizar milhões de pessoas a assumir compromissos e tomar medidas para acabar com este comércio ilegal.

Em comunicado à Imprensa, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu “a todos os governos e às pessoas em todos os lugares que apoiem a nova campanha das Nações Unidas, ‘Wild for life’, que visa mobilizar o mundo para acabar com esse comércio destrutivo… Preservar a vida selvagem é crucial para o bem-estar das pessoas e do planeta”, acrescentou o secretário-geral.

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“I am Gisele Bundchen. I am a Sea Turtle”…

Esta ação está a ser apoiada por celebridades de todo o mundo, incluindo embaixadores da Boa Vontade do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), como o futebolista marfinense Yaya Touré, que apoia os elefantes, e o ator e ambientalista Ian Somerhalder, que defende os pangolins.

Mas a luta inclui conservar outras espécies, como orangotangos, tigres, rinocerontes e calau-de-capacete.

Também embaixadora da Boa Vontade, a modelo brasileira Gisele Bündchen luta pelas tartarugas marinhas, afirmando:

“Entristece-me que no século 21, com todo o nosso conhecimento e poder, ainda escutemos histórias de espécies selvagens que enfrentam a possibilidade de extinção pela ação do homem. Agora é o momento de acabar com todo o comércio ilegal de animais selvagens”.

 

Fonte: https://nacoesunidas.org

Calau-de-capacete

ESPÉCIES AMEAÇADAS…

– De acordo com as agências da ONU, entre 2010 e 2012, 100 mil elefantes foram mortos em África para a extração de marfim.

– Três rinocerontes são mortos todos os dias, e o rinoceronte negro ocidental já foi extinto.

– Grandes macacos já estão localmente extintos em vários países africanos.

Sabia que?

– PANGOLINS (uma espécie de tamanduás escamosos), são os mamíferos mais traficados no mundo. Porquê? A sua carne é considerada uma iguaria e as suas escamas são conhecidas por terem propriedades medicinais.

– O CALAU-DE-CAPACETE é uma ave exótica que tem sempre a sua cabeça a prémio… literalmente! Porquê? O seu elmo é mais valioso que o marfim do elefante.

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Agradecimentos:

Representação da Comissão Europeia em Portugal

http://ec.europa.eu

Coordenação:

MLG – Comunicação e Serviços

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CAMPANHA DA OMS PARA O DIA MUNDIAL SEM TABACO: NOVAS IMAGENS TÊM PODER?

 

O tema do Dia Mundial sem Tabaco, que hoje se assinala, está longe de ser “pacífico”: padronização das embalagens dos maços com imagens de que queremos desviar o olhar… Será que vão ajudar muitos fumadores a largar o hábito?

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A nova rotulagem, que teve o seu início nos maços desde 20 de maio, apresenta, em ambas as faces, advertências combinadas que passam por frases de alerta e por imagens a cores no mínimo chocantes, com o objetivo de reduzir a procura do produto, ao mostrar a gravidade das diversas doenças que lhe estão relacionadas.

A Campanha, promovida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este Dia, prevê o período de um ano para escoar as embalagens antigas.

Com as novas, que constam de maços de tabaco já a ser vendidos em introdução gradual no mercado, a ideia é também (escusado seria dizer ao ver essa “galeria de horrores”) reduzir a atratividade dos produtos, que agora passam a ser iguais – à exceção do teor dos malefícios mostrados em cada maço.

Criado em 1987 pela OMS, o Dia Mundial sem Tabaco representa um alerta sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo, mas visa também proteger os fumadores passivos que integram os números dramáticos das mortes anuais: 600 milhões de pessoas. Destes, 600.000 não fumam, mas morrem igualmente.

PULMONALE:

Medidas complementares precisam-se!

Sobre as embalagens dos novos maços de tabaco, vamos ainda conhecer a opinião, sobre esta matéria, do Prof. Dr. António Araújo, presidente da Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta contra o Cancro do Pulmão.

Diz o especialista:

“A experiência passada, quando foram colocadas frases que avisavam explicitamente sobre os malefícios do consumo de tabaco, e a experiência de outros países que já introduziram imagens semelhantes, mostram que o impacto nos fumadores é relativamente pequeno. Os viciados em tabaco rapidamente se habituam ao que é, agora, considerado chocante e há sempre a desculpa de que tal só acontece aos outros.

Esta medida só é importante se adicionada a todo um outro conjunto de medidas, como a implementação dos conceitos de vida saudável desde a escola primária, o aumento dos impostos sobre o tabaco, a proibição de venda a menores e do consumo em todos os locais fechados, a comparticipação dos medicamentos que ajudem a deixar de fumar, a facilitação de acesso a consultas de cessação tabágica e ações de sensibilização nos locais de trabalho para os adultos.”

www.pulmonale.pt

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SPP QUER QUE OS JOVENS ABANDONEM… A “CHUPETA”!

 

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A 31 de maio assinala-se o Dia Mundial Sem Tabaco. Combater o tabagismo na adolescência é sempre um dos objetivos da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, que este ano utilizou o símbolo infantil da chupeta para ridicularizar o ato de fumar…

 A ideia foi dizer que fumar é tão ridículo quanto usar chupeta em idades impróprias, contrariando a convicção juvenil de que o cigarro é uma forma de afirmação…

Assim, a Comissão de Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia associou-se ao maior movimento de jovens a nível nacional, o Corpo Nacional de Escutas (CNE) para lançar um apelo aos mais jovens:

“Larga a chupeta. Fumar é ridículo”, tal é o mote da campanha que desafia jovens fumadores a assumirem uma postura diferente perante o tabaco.

 Aumenta a iniciação do consumo. Apesar de os últimos dados divulgados pela Direção Geral de Saúde revelarem que, em termos absolutos, o número de jovens fumadores dos 15 aos 24 anos diminuiu entre 2005/2006 e 2014, a verdade é que há a registar o aumento da iniciação do consumo, traduzido pela diminuição da prevalência dos “nunca fumadores”, de quase 5 %. Estamos perante jovens que envolvem uma longa faixa etária que a Sociedade Portuguesa de Pneumologia e o Corpo Nacional de Escutas procuram alcançar através de uma campanha transversal a várias idades.

A mensagem é muito simples e direta: fumar é ridículo, tão ridículo quanto usar chupeta em idades impróprias. Sobre esse comportamento, José Pedro Boléo-Tomé, Coordenador da Comissão da Tabagismo da SPP, explica:

“Sabe-se que a maior parte dos jovens inicia o consumo por curiosidade e influência de amigos ou de grupos. Trata-se de uma forma de afirmação e integração em grupos que se querem evidenciar pela ousadia ou rebeldia de fumar. A campanha deste ano não faz mais que ridicularizar o ato de fumar, incutindo nos jovens uma postura de afirmação positiva, dizendo não ao tabaco”.

Intervir junto dos jovens em idade escolar é fundamental, segundo este especialista, questão que é comprovada por um estudo recentemente desenvolvido com o apoio da DGS e que revela que a iniciação tabágica ocorre entre o 7.º e o 9.º ano. No 7.º ano, cerca 70 a 80% dos jovens nunca fumaram um cigarro, uma percentagem que baixa para os 40% no 9.º ano.

A PALAVRA À CNE

A esta campanha associou-se o Corpo Nacional de Escutas, que espera conseguir envolver grande parte dos 72.500 membros deste movimento juvenil que é o maior a nível nacional e mundial. Para Norberto Correia, Chefe Nacional do CNE, “a luta contra o tabagismo é um dever de todos nós, cidadãos. É algo que deve ser encarado como um investimento na formação e qualidade de vida dos jovens de hoje, assim como das gerações futuras”.

Incitando à participação na campanha, em www.facebook.com/corponacionaldeescutas podia ler-se, há dias:

“O fim de semana está a chegar… aproveita e participa na campanha Fumar é Ridículo. Temos 700€ em prémios para oferecer à melhor foto!”

Sabe tudo aqui: http://goo.gl/zc9Nxh e participa!!
‪#‎escutismo ‪#‎largaachupeta

 

Agradecimentos:

Sociedade Portuguesa de Pneumologia – SPP

www.sppneumologia.pt

 

Coordenação:

MLG – Comunicação e Serviços

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Contra a tendência dos jovens para se quererem afirmar, fumando, a SPP pretende com esta campanha ridicularizar esse ato, incutindo-lhes a ideia de que, pelo contrário, dizer “não” será de facto uma postura de afirmação positiva

 

 

***

 

NÚMEROS E FACTOS DO TABAGISMO

 

– O Dia Mundial sem tabaco foi criado em 1987 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), visando alertar para os malefícios do tabaco e sensibilizar para a necessidade de proteger os fumadores passivos.

– O consumo de tabaco é uma das principais causas de doença e de mortalidade prematura em todo o mundo.

– 6 milhões de pessoas morrem por ano em todo o mundo, por doenças relacionadas com o tabaco, sendo que 600.000 são fumadores passivos.

– O tabagismo é responsável pelo aparecimento de doenças cardiovasculares e respiratórias, sendo na UE o principal fator de risco que se pode prevenir.

– O fumo do tabaco contém mais de 70 substâncias causadores de cancro.

– Mil milhões de pessoas fumam, a nível mundial;

– Os portugueses começam a fumar aos 16 / 17 anos, como idade média.

– 10 a 15 é o número de cigarros que os portugueses consomem, em média, por dia.

– Um fumador que consuma 15 cigarros / dia, gasta em média 1.200 euros / ano.

– 14 anos é a média de anos de vida perdidos pelos fumadores.

– Mil milhões de pessoas fumam, a nível mundial.

– Para 2030, a previsão é de 8 milhões de mortes em todo o mundo relacionadas com o tabagismo.

TOME NOTA!

Na próxima 3ª, dia 31, a CUF Descobertas pretende sensibilizar a população para os malefícios do tabaco, através de uma ação que contará com um simples teste respiratório destinado a fumadores.

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