AIRFREE: UM SHOW EM LAS VEGAS!

A frase celebrizou-se, inclusive através do cinema: “O que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas”. E o que será? Os nossos Purificadores de Ar, claro!

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3 dias em Las Vegas, com Modelos que “Respiram”…

No regresso da VDTA, onde fomos dar um ar da nossa graça – queremos dizer, do nosso conceito de bem-estar – partilhamos a nossa experiência nesta feira onde nos temos apresentado desde 2013, como importante estratégia para o contínuo crescimento no mercado americano.

A edição deste ano decorreu entre 12 e 14 de fevereiro, e nesses três dias apresentámos os nossos modelos Lotus, Iris, P, T e Fit, da linha doméstica da Airfree.

Tivemos contatos com distribuidores e redes de lojas dos Estados Unidos e foi tão grande o interesse que manifestaram nos nossos purificadores de ar, que novas encomendas devem surgir já nos próximos dias, garantindo maior distribuição de produtos pelo país.

 

Ouvir o cliente…

A VDTA – Las Vegas Convention, é um evento que reúne, principalmente, os maiores revendedores da área dos aspiradores de pó. Mas, de forma mais abrangente, são também apresentados outros produtos que contribuam para o bem-estar de uma casa que se deseja saudável.

É assim que os modelos Airfree são aqui tão bem-recebidos, que desde há 5 anos esta feira integra a nossa agenda, também como parte da estratégia de ampliar a distribuição em lojas físicas nos EUA, onde somos igualmente fortes nas vendas online e por Catálogo.

Os nossos encontros na VDTA são feitos, na sua maioria, com lojistas que estão em contato direto com o público, e por isso ouvimos deles as experiências dos clientes quanto aos nossos produtos… Dados valiosos para que registemos os benefícios que eles relatam, e também para recolher informações que permitam aperfeiçoar, sempre mais, as futuras linhas.
Stands com boa energia

Em Las Vegas / 2017 o nosso stand, como sempre, chamou a atenção dos visitantes da feira, mas os produtos não ficaram atrás, não só pelo design como pelo seu diferencial que alia tecnologia de topo e ao mesmo tempo de simples funcionamento, ao serviço do bem-estar das famílias, em casa e noutros ambientes internos. Isto numa altura em que a poluição e as alergias preocupam cada vez mais cidadãos e governantes.

Recordamos que foi nesta feira que nos distinguiram, em 2015, com o prémio de “Melhor Stand”, pela harmonia e design do espaço…

De facto, é para nós fundamental um ambiente agradável, que atraia visitantes a conhecer o funcionamento dos nossos aparelhos.

Com inovação e design apresentamos tecnologia de topo, para a maior eficácia na prevenção e alívio das alergias respiratórias. E é a nossa constante pesquisa e inovação nesta área que tem garantido a confiança do grande públido e parceiros de negócios.

 

***

 

A Airfree é uma marca portuguesa, mas também de expressão mundial.

E em qualquer país para onde os nossos purificadores de ar se dirijam, trabalhamos para que eles sejam sempre apelativos a uma boa energia: a de respirar bem!

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ALERGIA E ASMA: UM DUPLO PROBLEMA!

As alergias e a asma ocorrem frequentemente em simultâneo: os indivíduos com rinite alérgica, eczema atópico, alergia alimentar ou com história familiar de asma estão em risco de desenvolverem asma.

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A asma é uma das doenças crónicas mais comuns. Atinge 300 milhões de pessoas de todas as idades, em todo o mundo, e é um sério problema de saúde pública, afetando profundamente o desempenho escolar e profissional dos doentes. A sua prevalência e impacto estão a aumentar, sobretudo nas áreas urbanas, associados provavelmente a alterações ambientais e do estilo de vida.

A realização de testes para investigação de alergia, seguidos de um plano de tratamento adequado, são recomendados para um melhor controlo da asma.

 

A asma alérgica é uma doença controlável.

 

A alergia é um problema de saúde pública de proporções pandémicas, que afeta mais de 150 milhões de pessoas na Europa. De acordo com especialistas, uma em cada três crianças é alérgica e estima-se que dentro de 10 anos a doença afete mais de 50% de todos os europeus.

 

Uma campanha de sensibilização realizada pela Academia Europeia de Alergologia e Imunologia Clínica (EAACI), ao longo de 2014/2015 (www.bewareofallergy.com) deu a conhecer ao público de que forma a alergia pode afetar a qualidade de vida, quais os custos e gravidade destas doenças e quão importante é um diagnóstico precoce para melhorar o seu prognóstico.

Ao focar-se na educação como forma de prevenção alérgica, assim como no diagnóstico precoce e em medidas eficazes de controlo, a EAACI espera poder dar continuidade à ajuda de doentes e as suas famílias no controlo da alergia, melhorar a qualidade de vida e aumentar os recursos disponibilizados pela sociedade para controlar a epidemia alérgica.

 

Essa campanha salientou também os diferentes aspetos das alergias – asma, alergia alimentar e anafilaxia, rinite alérgica, imunoterapia com alergénios e alergia cutânea – focando na asma como doença alérgica principal, com o objetivo de sublinhar quão próximas estão a asma e a alergia.

 

Causas e números

 

Com um aumento previsto da população urbana a nível mundial para 2025, estima-se que mais 100 milhões de pessoas sofrerão de asma, a acrescentar ao número já existente (300 milhões) de doentes asmáticos. Nesse ano, será a doença crónica mais prevalente da infância e uma das maiores causas dos custos com a saúde.

 

As suas causas não são bem conhecidas. No entanto, os doentes com rinite alérgica, eczema atópico, alergia alimentar e com história familiar de asma têm maior risco de vir a desenvolvê-la Esta é também a opinião da Comissão Europeia: “Em muitos doentes, a asma parece ser uma reação alérgica a substâncias inaladas através do ar, como faneras de animais, pólenes, ácaros ou baratas”.

 

Mas há muitos outros argumentos que apoiam a relação entre asma e alergia:

 

– Muitos doentes reconhecem desencadeantes alérgicos para a sua asma, tais como a exposição a ácaros domésticos, animais ou fungos.

– O eczema atópico é frequentemente o primeiro sinal de que uma criança tem um fenótipo atópico e que pode desenvolver rinite ou asma quando crescer.

– A sibilância na criança evolui frequentemente para asma se estiver presente um fundo alérgico.

– 75% dos adultos com asma tem rinite alérgica.

– 50% dos doentes com rinite alérgica têm asma.

– O tratamento da rinite pode melhorar os sintomas de asma, em especial a tosse.

 

Como identificar se sofre de asma?

 

Pode ter asma se tiver episódios recorrentes de tosse, sibilância (pieira), falta de ar e sensação de aperto torácico. As queixas podem ser desencadeadas por constipações, exposição a fumo do tabaco, poluição e/ou exposição a alérgenos, como ácaros, pólenes, animais, fungos, etc. Porque os alérgenos são ubíquos, é importante que os doentes com asma alérgica identifiquem os desencadeantes e aprendam a prevenir as crises.

 

Reconhecer e tratar a doença…

 

O objetivo do tratamento é o controlo total da asma. Uma asma controlada significa ausência de sintomas diurnos ou noturnos, ausência de faltas à escola ou ao trabalho, boa capacidade para realizar exercício físico e ausência de crises com necessidade de recurso ao hospital. O importante é reconhecer e tratar a doença.

A maioria dos doentes asmáticos pode estar controlada com medidas ambientais e medicação. Muitos tratamentos eficazes para a asma estão disponíveis no mercado, mas o controlo dos fatores desencadeantes alérgicos e das doenças associadas, como a rinite alérgica, é um passo essencial para o controlo da asma.

 

SOBRE A EAACI

A Academia Europeia de Alergologia e Imunologia Clínica (EAACI) é uma organização não lucrativa, ativa na área das doenças alérgicas e imunológicas como a asma, rinite, eczema, alergia ocupacional, alergia alimentar, alergia a fármacos e anafilaxia. Fundada em 1956, em Florença, tornou-se na maior associação médica na Europa nas áreas da alergia e imunologia clínica. Inclui mais de 8.000 membros de 121 países, assim como 47 sociedades nacionais de alergia (www.eaaci.org).

 

SOBRE A SPAIC

Fundada a 10 de julho de 1950, como Sociedade Portuguesa de Alergia, a SPAIC é a maior associação científica nacional que agrega especialistas médicos, investigadores e técnicos dedicados ao estudo da alergia, asma e imunologia clínica, organizando regularmente uma gama alargada de programas para formação e desenvolvimento nessas áreas (www.spaic.pt).

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MOFO, UM INIMIGO A COMBATER SOBRETUDO NOS MESES DE INVERNO!

 

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De facto  não será só nos meses de Inverno que o mofo ataca, mas é no tempo mais frio e húmido que estes fungos reinam nos espaços internos – casas, escolas, escritórios – fomentando e agravando os mais diversos problemas na saúde de quem neles habita ou passa várias horas por dia.

Para começar, existe uma relação direta entre o mofo e as alergias respiratórias, mas estes fungos são também responsáveis por infeções, efeitos tóxicos e, possivelmente, estados depressivos…

É que o mofo, que geralmente se associa “apenas” a um cheiro desagradável e a manchas que desfeiam as paredes e estragam as nossas roupas, é afinal um verdadeiro inimigo da saúde, como comprovam investigações realizadas por Universidades europeias e americanas.

 

Fatores ambientais

Atuam como “gatilhos” de reações alérgicas. Investigadores em todo o Mundo têm demonstrado que o facto de se viver em habitações com mofo está relacionado com a diminuição da função pulmonar, aumento no risco de falta de ar e tosse persistente, crises de asma e alergias, rinoconjuntivite, deflagração dos sintomas de rinite e também risco de asma diagnosticada em crianças predispostas.

 

Predisposição genética

Será o primeiro fator a considerar no caso das reações alérgicas. Quando ambos os pais são alérgicos há 50% de hipóteses de que os filhos também desenvolvam alergias. Quando apenas um dos pais é alérgico, a hipótese cai para 30%.

Entretanto, a exposição a certos tipos de mofo aumenta o risco de sensibilidade da criança para outros alérgenos provenientes dos ácaros da poeira doméstica, de grãos de pólen, animais de estimação, e de alimentos.

 

O principal perigo que resulta dos mofos são as alergias respiratórias, mas também são observadas reações infeciosas e até mesmo, tóxicas.
ALERGIAS – Estima-se que aproximadamente 30% da população seja alérgica e que esse número tenda a aumentar para 50% até à metade do século. Entre os diversos agentes que podem deflagrar alergias está o mofo. A resposta alérgica dependerá da sensibilidade da pessoa ao mofo, da quantidade à qual está exposta, e ao tipo de mofo em questão.

O número de pessoas alérgicas ao mofo varia muito entre regiões, mas pode passar dos 30% e sabe-se que mais de 80 tipos de mofo podem deflagrar alergias, sendo as principais as respiratórias, como a rinite, sinusite alérgica e asma atópica.  

O tratamento deve ser monitorado por um médico alergologista e passa por prescrição medicamentosa quando necessário, e também pelo controlo ambiental, com redução da exposição ao mofo.  

 

REAÇÕES INFECCIOSAS – Estudos publicados demonstram que o mofo está na origem de surtos de infeções fúngicas que levam a complicações graves, e mesmo, nalguns casos, até à morte.

Designadamente os indivíduos com sistemas imunológicos enfraquecidos possuem elevado risco de as adquirir através de fungos, denominados nesse caso como patógenos oportunistas. Estão incluídos neste grupo de risco idosos, pacientes com sida, pacientes com cancro ou sob tratamento para o cancro, e indivíduos transplantados.

Por isso este tipo de infeção está a tornar-se cada vez mais comum nos últimos anos devido a mudanças na forma como a população lhe é suscetível.

 

REAÇÕES TÓXICAS – Sob determinadas condições ambientais, algumas espécies de fungos são capazes de produzir toxinas denominadas de micotoxinas, as quais, por sua vez, aumentam a proliferação do próprio mofo.

E ele é responsável por reações tóxicas que podem mesmo levar ao cancro, segundo um estudo conduzido pelo CDC / Center of Diseases Control – organismo norte-americano ligado à saúde pública.

Hoje conhecem-se mais de 300 micotoxinas, sendo consenso entre os especialistas que muitas delas são produzidas por mofos em alimentos, e outras pelos ambientes internos. Assim, a principal dica é a necessidade de medidas de controle à exposição através dos alimentos e da manutenção de uma boa qualidade do ar interior.

ESTADOS DEPRESSIVOS – Tem sido demonstrado que um ambiente saudável é fundamental, não apenas para a saúde física, mas igualmente para a saúde psíquica das pessoas.
Por exemplo, estudo publicado no American Journal of Public Health diz existir uma ligação entre residências húmidas e com mofo e sintomas depressivos, tais como a diminuição do apetite, baixa autoestima e distúrbios do sono.

Também a Organização Mundial de Saúde (OMS), em parceria com entidades ligadas à saúde pública, levantou a hipótese de que os sinais de depressão resultavam das doenças físicas provocadas pelo mofo, como a fadiga, resfriados e problemas de garganta, e não necessariamente de condições socioeconómicas como a crise ou o desemprego.
O MOFO EM LOCAIS DE TRABALHO

Investigações centradas em ambientes de trabalho confirmam que o mofo contribui para problemas de qualidade do ar e para a Síndrome dos Edifícios Doentes, que a Organização Mundial de Saúde diz existir quando pelo menos 20% dos ocupantes se queixam de sintomas como fadiga, dores de cabeça, falta de ar, irritação da pele, etc.

Há relatos de situações em que 66% dos ocupantes de um escritório se queixavam de sintomas respiratórios antes de procedimentos de limpeza do mofo. Depois de duas intervenções, quando nenhum mofo visível ou odor foram detetados, as queixas caíram para 4%.

Ou seja, o facto de se viver e trabalhar em habitações e escritórios com mofo está relacionado com crises de asma e alergias respiratórias, sendo necessárias medidas de controlo para manter uma boa qualidade do ar.

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PICO DA GRIPE ESTÁ A CHEGAR. RISCO DE PNEUMONIA, ESSE AUMENTA A OLHOS VISTOS!

 

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Segundo a Direção-Geral de Saúde, esta “estação” de gripe (2016/2017) é mais intensa do que o normal. Requerem-se cuidados redobrados nos grupos de risco e um diagnóstico exato, com máxima atenção a todos os sintomas!

O alerta chega também através da Fundação Portuguesa do Pulmão. A gripe atingirá o seu pico dentro de dias, trazendo com ela o aumento do risco de pneumonia… um grande aumento!

De facto, a gripe aumenta o risco de pneumonia pneumocócica em dezenas de vezes. Embora não seja sazonal, e se registem casos de Pneumonia ao longo dos 365 dias do ano, é na época de incidência da gripe que se dá o maior número de episódios. A vacinação antipneumocócica é a melhor forma de prevenir a pneumonia, doença que leva à morte 16 pessoas, todos os dias!

Segundo José Alves, presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão, “estamos prestes a assistir ao pico da incidência da gripe e com ele aumentará, também, o número de casos de pneumonia. Só por si, a gripe intensifica esse risco”, explica o especialista.

 

   Gripe & Pneumonia: atenção aos sintomas!

Os sintomas da gripe podem ser semelhantes aos da pneumonia e a maioria da população tem dificuldade em distingui-los, podendo assim subvalorizar situações potencialmente graves.

Acontece que os quadros de pneumonia e gripe, uma vez confundidos, podem atrasar a procura de ajuda médica. Tosse com expetoração, febre, calafrios, falta de ar, dor no peito quando se inspira fundo, vómitos, perda de apetite e dores no corpo são sintomas possíveis da Pneumonia, que podem surgir como complicação de uma Gripe. Devemos estar particularmente atentos a quadros de Gripe que não apresentem melhorias, ou que vão piorando de forma continuada.

 

  Prevenir. Vacinar.

 Segundo o Presidente da Fundação Portuguesa do Pulmão, a prevenção continua a ser a melhor solução para travar esta doença… “O conhecimento dos sintomas, o recurso atempado aos cuidados médicos, a  vacinação contra a gripe e a vacinação antipneumocócica podem fazer a diferença”, alerta José Alves.

O pneumococo é o responsável por, aproximadamente, 1.6 milhões de mortes por ano em todo o mundo, sendo por isso uma das principais causas de morte que se podem prevenir através de vacinação. Em Portugal a doença custa uma média de 80 milhões de euros / ano, o que significa que por dia se gastam 218 mil euros apenas com tratamento e internamento. Custos indiretos, como o absentismo laboral, não estão contemplados nestes cálculos.

SABIA QUE…

As Doenças respiratórias matam, em média, 47 portugueses por dia. O relatório do Observatório Nacional revela que estas doenças são também responsáveis por 70 mil internamentos / ano, o que representa mais de 10%  do total de internamentos hospitalares.

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DE NÓS PARA SI, NESTE NATAL…

Em breve teremos novas conquistas, que vos dedicamos, fruto de uma constante investigação para o desenvolvimento de produtos na área do bem-estar. E os nossos votos nesta quadra festiva vão nesse sentido: mais Saúde e Qualidade de Vida!

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As grandes ideias surgem, muitas vezes, da necessidade pessoal de resolver um determinado problema.

Tem acontecido com grandes marcas ao longo dos tempos e foi assim também com a Airfree, que nasceu da inventiva de um pai para aliviar o problema das alergias de um filho. Desse ponto de partida surgiu um trabalho constante, da conceção ao aperfeiçoamento de purificadores de ar que a marca exporta, hoje, para mais de sessenta países, sendo uma referência de sucesso na área do combate às alergias respiratórias.

Para o fundador da Airfree está sempre no horizonte a missão de alertar e informar sobre estas doenças, que têm aumentado nos últimos anos, mas que podem ser minoradas por cuidados especiais a nível dos ambientes internos.

No nosso Facebook e neste Blogue queremos estar sempre consigo, caro leitor, partilhando informação, respondendo a dúvidas, dando “dicas” que ajudem a um dia a dia mais saudável.

A equipa Airfree trabalha para isso, e para Si. E deseja-lhe:

 

Feliz Natal!

Próspero Ano Novo!

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NATAL ECOLÓGICO, É POSSÍVEL!

Numa altura em que tanto se fala de sustentabilidade, esta quadra representa, para todos os que se preocupam com a preservação do Planeta, um desafio a vencer…

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De facto, com a Época Natalícia chega um período em que o estímulo ao consumo provoca um maior impacte ambiental, com o desgaste de recursos e a consequente produção de resíduos; com o aumento do uso energético; e com a produção de gases com efeito de estufa.

Desta forma, a Quercus vem apelar a um Natal mais Sustentável, através de 10 sugestões, dicas e ideias que promovem o respeito pelo Ambiente, o apoio a projetos Sociais e a redução de custos.

Durante a Época Natalícia siga, se puder, estas sugestões:

1)Escolher a árvore de Natal: Se vive numa zona urbana (sem jardim ou quintal) opte por uma árvore artificial que possa reutilizar durante vários anos. Ao optar por um pinheiro natural, escolha com raiz se tiver oportunidade e espaço para o plantar novamente depois de terminado o período festivo. Uma outra opção passa por usar como árvore de Natal os ramos provenientes de podas e cortes responsáveis feitos na floresta;

2) Quando iniciar as decorações: Em teoria devem iniciar-se no último fim de semana de novembro (que coincide com o início do advento). Isso evita o desperdício de recursos, quando se começa demasiado cedo;

3) Luzes de Natal: Opte pelo uso de lâmpadas mais eficientes e de menor consumo energético. Não deixe as luzes acesas em períodos em que não se encontra ninguém em casa ou a família está a dormir;

4) Decorações: Faça as suas próprias decorações de Natal reutilizando materiais ou, em alternativa, adquira artigos produzidos por Associações de caráter social ou por artesãos locais que utilizem produtos sustentáveis;

5) Preparativos: sempre que possível, utilize os transportes públicos nas suas deslocações.

6)Presentes: Na oferta de prendas alimentares prefira produtos de origem nacional e, se possível, de modo de produção biológica; em produtos de perfumaria, cosmética ou higiene pessoal escolha marcas com produtos naturais, biológicos e que não façam testes em animais (pode consultar a listagem disponibilizada pela Liga Portuguesa dos Direitos do Animal); em equipamentos elétricos e eletrónicos é importante informar-se previamente quais as marcas mais seguras e ambientalmente mais sustentáveis (consultar páginas da Greenpeace e do projeto Topten.pt da Quercus).

E ofereça sobretudo, como presente, o seu “tempo”, através de visitas aos amigos, familiares e aos mais necessitados.

7)Embrulhos de Natal: – Aposte na reutilização, desde o papel de embrulho e adereços, aos sacos, frascos, caixas e outros materiais com potencial de reaproveitamento.

8)Ceia de Natal: De modo a evitar o desperdício de alimentos, faça uma lista de compras do que é mesmo necessário, e evite o consumo de produtos demasiado embalados. O ideal é confecionar a maior parte dos pratos e sobremesas em casa, privilegiando produtos locais/regionais/nacionais, adquiridos no comércio local e, se possível, de origem biológica e/ou provenientes de redes de comércio justo. Algumas cooperativas locais promovem a comercialização de cabazes de produtos da zona, privilegiando o contacto direto entre produtor e consumidor, e reduzindo a pegada de carbono destes alimentos;

9)Fritos de Natal: Recolha o óleo alimentar utilizado nas frituras dos doces de Natal e entregue-o para reciclagem num ponto de recolha próximo da sua residência; Há várias Grandes Superfícies onde também o pode entregar.

10)Resíduos: Faça a separação dos diferentes resíduos, reutilize os papéis de embrulho e os laços decorativos e encaminhe os diferentes materiais para reciclagem, utilizando os ecopontos. No entanto, tente adiar alguns dias a deposição dos resíduos não orgânicos, de forma a evitar a acumulação de lixo nos contentores.

Agradecimento:

Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Para mais informações:

Carmen Lima, Coordenadora do Centro de Informação de Resíduos

da Quercus. Telem.: 93 890 02 35; Email: carmenlima@quercus.pt

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ALERGIAS EM ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Quando falamos em alergias, ocorre-nos desde logo a possibilidade de termos alergia aos animais de estimação, cães ou gatos que coabitam nas nossas casas. Mas, e quando o nosso pet é que é o alérgico?

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Neste artigo trazemos um enfoque diferente, mostrando que os nossos “amiguinhos de 4 patas” também estão sujeitos a ter, eles próprios, alergias, e sofrer com elas…

As alergias podem acometer cães, gatos, pássaros, roedores e outros bichinhos, mas as estatísticas de quantos animais são alérgicos variam muito entre estudos, podendo começar em 4%  e chegar aos 35%.

A análise de números tem sido feita, fundamentalmente, em cães e gatos que apresentam, como principais alergias, a dermatite alérgica à saliva de parasitas (por exemplo, alergia à picada de pulgas, que leva a erupções e comichão no local), a dermatite atópica e as alergias alimentares.

DERMATITE ATÓPICA – Apresenta-se como lesões na pele, que fazem comichão e são decorrentes da exposição a agentes ambientais, como os ácaros da poeira doméstica, e a outros agentes, a exemplo dos champôs.

ALERGIAS ALIMENTARES – Decorrem de uma reação do sistema imunológico a certas proteínas presentes em alimentos e corantes. Os sintomas são os mesmos das outras alergias: comichão incessante.

COMICHÃO – Pode ser tão severa que o animal deixa de brincar, dormir ou comer, para se coçar. Quando não tratadas, estas comichões podem resultar em feridas nos locais afetados, acompanhadas de prurido e perda de pelo na região, com aumento do risco de infecções.

É conveniente também que o dono do animal fique atento à comichão frequente nas patas.

ALERGIAS RESPIRATÓRIAS – Não sendo muito comuns, nem por isso devem ser negligenciadas.

O Inverno, com a chuva e o aumento da humidade do ar – e, consequentemente, de mofos e ácaros em casa -, pode desencadear, tal como nos seres humanos, problemas respiratórios em cães e gatos.

Há estudos que também associam o aumento da poluição a sintomas como olhos vermelhos e lacrimejantes, inflamação da mucosa nasal e tosse, avançando que quando o animal já tem algum tipo de doença respiratória crónica, como bronquite ou asma, os sintomas são mais severos, com falta de ar.

Leve o seu pet, regularmente, ao veterinário…

Em geral, os sintomas de alergias aparecem entre os seis meses e dois anos de idade do animal. No entanto, devido a alguns sintomas serem muito aproximados, o diagnóstico costuma levar um certo tempo.

Um especialista em “amiguinhos de 4 patas” deve ser consultado com regularidade, pois cada tipo de alergia tem um tratamento.

E se nalguns casos não existe cura, pelo menos há cuidados especiais para o maior bem-estar dos animais e tranquilidade dos donos.

MIMOS, NA PREVENÇÃO E ALÍVIO DE ALERGIAS:

– Proteja o pet durante todo o ano, utilizando medicamentos preventivos

 para pulgas.

– Dê-lhe uma boa alimentação, evitando alimentos com corantes

 e não próprios para o consumo de animais.

– Mantenha o ambiente livre de poeira, para diminuir a quantidade de ácaros.

 Aspire e lave, em água em temperatura de 55oC, roupinhas e capas

de colchões. Mas verifique se o tecido não irá perder a cor durante

o procedimento.

– Na hora do banho prefira champôs hipoalergénicos, que não retirem

 a camada de gordura da pele (pois esta funciona como proteção natural),

 e prefira água morna ou fria.

– Caso o seu animal esteja com comichão muito frequente, que o impeça

 de realizar as suas atividades, leve-o desde logo a um veterinário   

 especialista em  dermatologia. Não espere que o animal perca pêlo

 e tenha reações mais severas.

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O SEU PET & AIRFREE


Possuir animais de estimação é mais um motivo para respirar em casa o melhor ar, com benefícios para o dono e o seu bichinho…

O Purificador de Ar Airfree destrói também os alérgenos dos animais domésticos, já que estes companheiros (especialmente os de pelo longo) acumulam polenes, ácaros, mofo e bactérias nos pelos, trazendo-os para dentro da habitação.

Com 99% de eficiência, pela incineração de microrganismos, qualquer modelo Airfree promove igualmente a destruição de partículas orgânicas que causam o cheiro característico dos animais, mantendo o ambiente sem odor desagradável.

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ACENDER OUTRO CIGARRO? SÓ SE FOR O ÚLTIMO.

O Tabaco está ligado às principais causas de morte conhecidas.

A 17 de novembro assinala-se o Dia Mundial do Não Fumador, uma data de rastreios e ações de prevenção e sensibilização, mas também de desafio aos fumadores… para que acendam o último cigarro.

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Segundo a OMS, o consumo de tabaco é responsável pela morte de seis milhões de fumadores a nível mundial, prevendo-se que até ao final deste século sejam mais de mil milhões. Na Europa, os dados apontam para um milhão e 200 mil mortes anuais, número que tende a ascender aos dois milhões.

Entre nós o Tabaco mata mais de 12.000 portugueses por ano, segundo o relatório Portugal – Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números 2015, da Direcção-Geral da Saúde (DGS) e do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo. Nele se regista que o número de pessoas que fuma diariamente em Portugal tem vindo a diminuir, mas que existe um aumento da “experimentação do consumo” por parte dos mais novos.

“O Tabaco Afoga o Coração”

Pneumologista, o Dr. José Reis Ferreira refere-se ao Tabaco como “entorpecedor dos mecanismos da circulação em geral e do coração, um dos seus alvos favoritos.” Explica:

“O condensado de tabaco contém alcatrões em grande quantidade; a nicotina aperta os vasos sanguíneos e perturba a forma física do fumador. O fumo do tabaco tira o oxigénio ao seu consumidor, seja novo, seja idoso, seja homem ou mulher.

Como em qualquer máquina ou viatura, que exige cuidados de afinação e limpeza, o tabaco e seus produtos emperram e afogam o coração, o pulmão e a circulação sanguínea.

O melhor é não experimentar nunca fumar, mas se ainda fuma pare logo que possa. Cada gota de fumo e óleo sujo do seu condensado afeta a sua máquina (só terá uma vida para viver) e também prejudica gravemente os que consigo se relacionam e o ambiente em geral.

Discuta o seu caso com um profissional de saúde. Não fume!”

Este texto consta do site da Fundação Portuguesa de Cardiologia, nossa fonte para alguns dados aqui editados, designadamente sobre as consequências do Tabaco e vantagens de cessar o seu consumo.

TABAGISMO = MENOS 10 ANOS DE VIDA!

Responsável pela diminuição da qualidade e duração de vida, o tabagismo tem ainda a agravante de ser um factor de risco não apenas para o fumador, mas para todos aqueles que se encontram frequentemente expostos ao fumo passivo.

Os fumadores têm, em média, menos dez anos de vida do que os não fumadores, pois as substâncias do fumo do tabaco afetam alguns órgãos importantes, ao mesmo tempo que tornam o organismo mais frágil em relação a uma série de doenças.

O tabaco é responsável por:

– 25 a 30% da totalidade dos cancros — incluindo cancro do aparelho

  respiratório superior (lábio, língua, boca, faringe e laringe);

– 80% dos casos de doença pulmonar obstrutiva crónica;

– 75 a 80% dos casos de bronquite crónica;

– 90% dos casos de cancro do pulmão;

– 20% da mortalidade por doença coronária.

As doenças cardiovasculares são 2 a 4 vezes mais frequentes nos fumadores.

Deixar de fumar é, pois a medida preventiva mais eficaz para diminuir os riscos de enfarte do miocárdio, angina de peito, doença arterial periférica e acidente vascular cerebral.

 

Parar de fumar em 10 passos:

1.Marque um dia concreto para deixar de fumar (no prazo máximo de 15 dias).

  1. Até chegar o dia fixado, faça alguma preparação: enumere as razões que o levam a deixar de fumar e treine pequenos períodos de abstinência.
  1. Aprenda a conhecer-se enquanto fumador: identifique os momentos e o número de cigarros que fuma e procure avaliar quais são os cigarros que fuma apenas por “tédio”.
  2. Comunique a decisão às pessoas mais próximas, para sentir maior apoio.
  1. Durante alguns dias (ou mesmo semanas), pode sentir ansiedade, inquietação e irritação. Pode também sentir dificuldade em dormir e concentrar-se. Lembre-se que são sintomas passageiros e que já muitas pessoas os ultrapassaram.

Você também vai conseguir.

  1. Tenha sempre presentes as razões que estiveram na origem da decisão.
  1. Faça uma alimentação saudável, para evitar o aumento de peso.
  1. Evite locais com fumadores e afaste objectos que lhe lembrem o Tabaco, como por exemplo cinzeiros e isqueiros.
  1. Pratique atividade física, pois ajuda a controlar a ansiedade e permite-lhe estar em boa forma.
  1. Não desista: se tiver uma recaída, fixe uma nova data e recomece a tentar.

 

AS SUBSTÂNCIAS TÓXICAS DE UM CIGARRO

Um cigarro contém cerca de 4.000 substâncias com efeitos tóxicos e irritantes, 70 das quais mencionadas como cancerígenas.

Alguns exemplos:

–  Nicotina, responsável pela redução da irrigação sanguínea nos tecidos

 e no sistema nervoso central;

Substâncias radioactivas (como Polónio 210 e Carbono 14);

Metais pesados (como o chumbo e o cádmio) que se concentram no fígado,

 rins e pulmões;

Monóxido de carbono, que assume o lugar do oxigénio conduzindo

 à intoxicação do organismo;

Alcatrão (altamente cancerígeno).

 

O QUE GANHA SE PARAR DE FUMAR:

Após 20 minutos

  • A pressão arterial e o ritmo da pulsação voltam ao normal.

Após 8 horas

  • Os níveis de nicotina e monóxido de carbono no sangue diminuem em

50% e o oxigénio sobe para valores normais.

Após 48 horas

  • A tensão arterial é estabilizada e o paladar melhora.

Após 72 horas

  • Os brônquios descontraem-se, a respiração solta-se e a pele torna-se mais luminosa.

Após 2-12 semanas

  • A circulação melhora significativamente e caminhar torna-se menos cansativo.

Após 6-9 meses

  • Sente um aumento gradual do bem-estar geral, acompanhado de maior vitalidade.

Após 5 anos

  • O risco de cancro da boca e do esófago reduz-se para metade.

Após 10 anos

  • Corre 50 % menos risco de ter um cancro do pulmão do que um fumador.

Após 15 anos

  • O risco de doença cardiovascular é semelhante ao de uma pessoa não fumadora, do seu sexo e idade.

NOTÍCIAS EM NOVEMBRO…

“Um maço por dia equivale a 150 mutações genéticas por ano, só nos pulmões, de acordo com um estudo que avaliou as consequências do Tabaco no ADN.”

http://visao.sapo.pt

“Nas estimativas da Organização Mundial de Saúde todos os anos morrem pelo menos seis milhões de fumadores, e até ao final deste século prevê-se que sejam mais de mil milhões.”

http://publico.pt

“O consumo de tabaco diminuiu 5% desde a alteração da lei, e apesar de haver menos rapazes fumadores, continua a aumentar o número de raparigas que fumam, assim como estão a aumentar os cancros de pulmão em mulheres.”

http://observador.pt , segundo dados revelados à Lusa pelo Prof. Dr. António Araújo, presidente da Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão.

PARAR DE FUMAR COM AJUDA ESPECIALIZADA?

Na Internet os interessados podem encontrar inúmeras opções para Consultas de Cessação Tabágica.

Para esse objetivo, sugerimos também que contacte a Pulmonale, através do email ajuda@pulmonale.pt

Tem ainda os telefones: 220 946 887; 913 850 272.

Recolha de dados de:

MLG – Comunicação e Serviços

mlg@mlg.pt

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