VÊM AÍ NOVOS MERCADOS PARA O NOSSO AR PURO…

 

Microrganismos? Pr’os abrigos!🙂 A nacional Airfree continua a ganhar terreno na purificação do ar nos ambientes internos, e isto, mundialmente falando… A IFA que o diga!

img_20160903_103626328Na IFA Berlim, o stand Airfree foi elogiado pelo seu design distinto

No rescaldo da IFA, a Airfree não poderia estar mais satisfeita com o modo como decorreu a nossa presença, de 2 a 7 de setembro, em Berlim. É um certame em que já participamos há seis anos e decerto continuaremos,pois, como afirma o nosso CEO, “ele é de extrema importância para uma marca que, como a nossa, quer estar sempre na vanguarda da pesquisa e inovação nesta área.”

Organizada pela Associação Alemã de Eletrónica & Comunicações, a IFA Berlim é a exposição de tecnologia mais importante e tradicional da Europa, a mais prestigiada Feira Internacional de Eletrónica de Consumo, onde as novidades que aí se mostram são de imediato transmitidas ao mundo por representantes da Imprensa escrita e TV.

Este ano a Airfree apresentou-se com um stand maior do que o do ano passado, como sempre de excelente design, onde os nossos Purificadores de Ar “brilharam”, nas suas formas e competências. E atraímos centenas de visitantes, entre os quais grandes distribuidores e diretores de importantes cadeias de lojas, que nos conheceram ou revisitaram, mas em qualquer caso sempre com grande interesse pela comercialização dos nossos produtos.

À conquista de novos mercados…

img_20160903_111032388Novos negócios estão em curso … a expansão Airfree, a nível mundial

A nossa equipa integrou cinco comerciais, dois engenheiros, o Vice-Presidente das Américas, Daniel Matias, a equipe de Marketing e o CEO da empresa, que na IFA tiveram reuniões com Distribuidores, Dealers e potenciais clientes.

E muitas negociações agendadas em Berlim estão atualmente a decorrer, designadamente com países árabes, Japão, Turquia e Bélgica.

Por isso, nós que já exportamos (cerca de 97% da nossa produção) para 60 países, estamos em vias de conquistar novos mercados para a libertação de ar puro nas casas, escolas, escritórios e outros espaços internos.

Inovação e design diferenciado na tecnologia exclusiva para destruir microrganismos do ar e mofos foi o que mostrámos através dos nossos aparelhos Purificadores de Ar.

Outros polos de atração foram também as duas versões do nosso Airfree ORB., um Humidificador com tecnologia de ponta, novidade Airfree a ser lançada em Portugal a médio prazo, e que representa mais uma aposta na qualidade de vida, em saúde e bem-estar para as populações.

E o CEO da Airfree, bem como outros empreendedores em várias áreas que beneficiem a expansão e o prestígio dos nossos produtos, gostariam de ter de volta, em breve, as Missões comerciais da AICEP, que tantos frutos podem gerar, comercialmente e junto ao grande público.

Enquanto isso, a marca continua a produzir, no País, 100% dos seus aparelhos… um desafio nem sempre fácil, mas que a Airfree faz questão de manter. A bem da saúde – desta vez, económica – da Indústria nacional!

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COMER O QUE O BOSQUE DÁ?

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Contra os maus hábitos alimentares atuais há quem proponha readaptar a alimentação, também com recurso aos alimentos silvestres. É disso que trata o Projeto “Natureza Comestível”, que agora completa o seu primeiro ano.

O mais recente vídeo do Projeto “Natureza Comestível” é sobre as amoras-silvestres, pequenos frutos muito comuns em todo o território e de elevado valor nutricional, nomeadamente em antioxidantes, vitaminas K e C e ácido fólico…

Propriedades que os tornam “medicinais”, já que estimulam o sistema imunitário, previnem doenças degenerativas, melhoram o trânsito intestinal e o funcionamento do cérebro, e revitalizam a pele.

Um vídeo muito completo, onde são também apresentadas dicas úteis para a preparação de uma compota e sugestões de utilização.

Mas afinal o que é isto de “Natureza Comestível”?

Trata-se de uma coprodução da Quercus e MPI – Movimento Pró-Informação para a Cidadania e Ambiente, no âmbito da qual já foram publicados até ao momento 14 vídeos sobre diversos alimentos silvestres, com uma abordagem simples e didática.

Os responsáveis chamam a atenção para o facto de estes alimentos ancestrais, pelo seu excecional valor nutricional e adaptação ao território, serem de grande importância para uma dieta equilibrada e para corrigir carências, devidas aos maus hábitos alimentares atuais…

“Ao readaptarmos a nossa alimentação estaremos a contribuir para uma sociedade mais sustentável e para a valorização dos nossos bosques autóctones e o apoio ao mercado emergente deste tipo de alimentos.”

Um desafio, na melhoria da saúde…A nossa sociedade industrial, que abrange o setor agroalimentar, tem conduzido ao abandono da dieta tradicional e ao avanço das monoculturas, destruindo-se território, solo e biodiversidade, comprometendo assim a produção de alimentos no futuro e diminuindo a qualidade da nossa alimentação. Por outro lado, o conhecimento científico atual tem demonstrado que os alimentos silvestres são mais ricos em nutrientes, podendo corrigir as carências e desequilíbrios da dieta atual, sendo que o nosso organismo está melhor adaptado a eles, em resultado dos milhões de anos de evolução.

E a Associação Nacional de Conservação da Natureza espera que esta iniciativa possa ampliar a divulgação dos nossos recursos naturais alimentares, na certeza de que “ajustar o nosso regime alimentar ao território é um dos desafios com potencialidades na melhoria da saúde, na promoção do bosque autóctone e na economia nacional, através do mercado emergente de alimentos silvestres, ou seja, para uma sociedade mais sustentável.”

 

COMO ACEDER A ESTES VÍDEOS

A série de vídeos surge como complemento aos livros “Ervas Silvestres Comestíveis – Guia Prático” e “Frutos Silvestres Comestíveis – Guia Prático”, editados pela Quercus em 2015 (disponíveis na loja online da Quercus).Os vídeos são de curta duração e numa abordagem prática e didática transmitem informações úteis sobre a importância, qualidade nutricional, dicas para a recoleção, conservação e utilização através da demonstração de uma (ou duas) proposta(s) gastronómica(s).

Ervas comestíveis, frutos, com destaque para a bolota ou as algas marinhas são os tipos de alimentos silvestres abordados nos 14 episódios disponíveis no canal do Youtube “Natureza Comestível” e na Quercus TV.

Para mais informações:

Alexandra Azevedo, Mentora do Projeto “Natureza Comestível”

alexandraazevedo@quercus.pt

e

mpicambiente@gmail.com

Coordenação:

MLG -Comunicação e Serviços

mlg@mlg.pt

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UMA ÁRVORE NO BOSQUE… MAS A QUE PODE CHAMAR SUA.

 

Já pensou no nome a dar à árvore que decerto vai querer apadrinhar? Das ondas de solidariedade que têm sido abraçadas pelos portugueses, a de poder contribuir para o nascimento de uma árvore é uma ideia literalmente verde, que se espera possa crescer, com a ajuda de todos nós…

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“Uma Árvore pela Floresta”: é esta a Campanha que, numa aliança Quercus e CTT quer reflorestar o País, depois da enorme vaga de incêndios que teve o seu foco principal em agosto, mas reacendeu desesperos também desde o início de setembro, com mais fogos, quando já se fazia um balanço das perdas, que afinal ainda não acabaram.

O Projeto, agora na sua 3ª edição, teve início em agosto e prolonga-se até final de novembro. “Uma Árvore pela Floresta”, pretende contribuir para a  reflorestação dos bosques nacionais mais afetados pelo flagelo que têm sido este verão os incêndios, responsáveis pela destruição de milhares de hectares de florestas…

Plantar esperança…

Para contribuir, basta que qualquer pessoa se dirija até 30 de novembro a uma das 320 lojas CTT aderentes e ofereça uma árvore, com o custo de 3 euros, valor que reverte totalmente para os custos do projeto, não havendo qualquer limite ao número de árvores que podem ser apadrinhadas. Por cada uma das doações dos portugueses, uma árvore será depois plantada pela Quercus em áreas classificadas do Norte e Centro de Portugal e no Funchal.

Para a madeira já foram doadas mais de 1000 árvores que serão plantadas em solo nacional na Primavera de 2017.

… e poder segui-la durante 5 anos. No momento da compra, é entregue um pequeno kit ao comprador, composto por uma “árvore” em cartão reciclado e um código. Esta “árvore” de cartão serve de lembrança e pode ser oferecida. O código serve para registar a árvore que a Quercus irá plantar até à Primavera de 2017, identificar a espécie e o local de plantação, bem como para consultar a evolução durante 5 anos do bosque onde foi instalada.

E tudo isso pode ser feito em: http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt. Com a ajuda dos portugueses foram já plantadas quase 7 mil árvores de espécies autóctones mais resistentes à propagação dos incêndios, mas também mais aptas a amenizar o clima, promover a biodiversidade e proteger a nossa paisagem, a água e os solos. No total, ao longo das duas edições da campanha, quase 5 milhões de portugueses tomaram contacto com a iniciativa e foram sensibilizados para a importância da biodiversidade e dos incêndios florestais.

Em 2016, a campanha “Uma Árvore pela Floresta” foi reconhecida na última edição dos Green Project Awards com a atribuição do 1º prémio na categoria “Iniciativa de Mobilização”.

Mobilize-se, igualmente. Que bom ter uma árvore “nossa”, escolher-lhe um nome, poder seguir a sua evolução, sentindo que fazemos parte da Natureza, agora também de uma forma muito especial… – tronco, seiva e folhas verdes, muitas folhas verdes.

 

O PAPEL DOS CTT

Aquando do anterior grande incêndio de 2010, os CTT tinham já apoiado financeiramente o Parque Ecológico do Funchal com um donativo de dez mil euros. Através desta parceria com a Quercus, eles reforçam a sua política de apoio à biodiversidade e ao combate às alterações climáticas, já expressa através da disponibilização de um portfólio de produtos ecológicos (Correio

Verde e DM Eco), da aposta na eficiência energética e carbónica, que lhes permitiu reduzir a sua pegada carbónica em 51% desde 2008, a 2ª maior redução a nível mundial, no setor, e da expansão da sua frota sustentável, a maior do País.

Para mais informações:

Nuno Sequeira, Vogal da Direção Nacional da Quercus

Telm.: 937 788 474

Coordenação:

MLG – Comunicação e Serviços

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TECNOLOGIA NACIONAL MOSTRA-SE NA IFA…

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Começa amanhã a IFA Berlim e a nossa equipa já está a postos, ultimando todo o decor e pormenores que vão tornar mais atraente o nosso stand, no hall 8. 1. Esta é a 6ª edição em que a Airfree marca presença naquela que é a mais prestigiada Feira Internacional de Eletrónica de Consumo.

Estarão em destaque, entre os dias 2 e 7, os modelos domésticos de Purificadores de Ar Airfree, e também uma das mais recentes novidades da nossa marca, o Airfree ORB., um humidificador compacto com tecnologia de ponta, já apresentado em estreia, neste certame.

Temos motivos para antecipar bons resultados em mais esta edição da IFA, onde o grande público e distribuidores de vários países sempre têm demonstrado o maior interesse pelos nossos produtos, que primam pela inovação, ao serviço da melhor qualidade de vida em casas, escritórios e outros espaços internos.

Dê um “salto” à Alemanha e venha também visitar-nos… Temos saúde e bem-estar ao seu dispor.

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ALERGIAS RESPIRATÓRIAS E ONDAS DE CALOR…

Este Verão tem sido fértil nas chamadas “ondas de calor”. Em tempo de férias, neste agosto de altas temperaturas, especialmente as pessoas que sofrem de alergias respiratórias devem ter em conta o alerta e os conselhos da Fundação Portuguesa do Pulmão…

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Fruto das alterações climáticas em curso, na sequência do fenómeno do aquecimento global, perspetiva-se que os fenómenos meteorológicos extremos sejam cada vez mais frequentes. Deles, as ondas de calor têm uma importância particular pelas suas repercussões sobre a saúde das populações: provocam aumento do número de episódios de doença e de urgência hospitalar, e excesso de mortalidade.

Embora atingindo toda a população, estes fenómenos têm consequências mais gravosas nos grupos de pessoas mais vulneráveis, como por exemplo: crianças, idosos, obesos, pessoas com doenças crónicas (diabetes, alcoolismo, doenças renais, hepáticas e cardiovasculares) e, em particular, os doentes respiratórios crónicos.

Tendo como missão principal promover a saúde respiratória, a Fundação Portuguesa do Pulmão alerta a população em geral, e os doentes respiratórios em particular, para a potencial gravidade deste fenómeno meteorológico, aconselhando os seguintes dez procedimentos:

1 – Aumentar a ingestão de líquidos (evitar bebidas alcoólicas, açucaradas e gaseificadas). Não esquecer que as crianças muito pequenas e os idosos podem não sentir sede, pelo que devem ser estimulados e ajudados na ingestão de líquidos.

2 – Fazer refeições leves e frequentes. Evitar comidas pesadas ou muito condimentadas.

3 – Procurar estar em ambientes com ar condicionado. Se na sua residência tal não for possível, o ar fresco pode ser encontrado nos cinemas, museus, centros comerciais, grandes superfícies, etc.

4 – Evitar a exposição solar, sobretudo entre as 11 e as 17 horas. Se tiver que se expor ao sol faça-o com a adequada proteção: chapéu de aba larga, óculos escuros com proteção para a radiação UVA e UVB, protetor solar (fator de proteção superior a 30) e roupa leve de algodão, larga e de cores claras, que cubra a maior parte do corpo.

5 – Evitar a praia. Os idosos e as crianças até aos três anos não devem ir à praia nos dias de intenso calor, ou então apenas no início da manhã e ao fim da tarde. As crianças mais pequenas devem evitar a exposição solar direta.

6 – Arrefecer a pele com banhos de água tépida.

7 – Evitar atividades ao ar livre que exijam muito esforço físico, nomeadamente em profissões como a construção civil ou jardinagem, e nalguns desportos, como o atletismo ou o ciclismo, sobretudo nos períodos de maior calor.

8 – Ter um particular cuidado com as viaturas expostas ao sol. Se a viatura não tiver ar condicionado deve viajar com as janelas parcialmente abertas. Nunca deixar crianças, idosos, ou pessoas fragilizadas no interior de veículos expostos ao sol, onde a temperatura pode atingir valores superiores a 65° C.

9 – Proteger a habitação; evitar a entrada do calor fechando persianas e portadas e ventilá-la a partir do entardecer quando a temperatura do exterior for inferior à do interior. Os idosos, pessoas acamadas e as crianças devem ter muito pouca roupa na cama.

10 – Lembre-se dos outros. Informe-se sobre o estado de saúde de pessoas isoladas, dependentes, idosas ou frágeis do ponto de vista mental ou social que vivam perto de si; ajude-as a superar os dias de grande calor.

 

PRAIA SIM, MAS ATENÇÃO À TEMPERATURA DO AR!

Em relação ao ponto 5, acima descrito, ainda uma nota da FPP:

Na maioria dos doentes com Rinite ou Asma existe um componente alérgico e, por isso, a permanência na praia é benéfica por existirem menos alérgenos no ar. O bater das ondas na areia e rochas produz um aerossol que fluidifica as secreções nasais e facilita a respiração. Mas o ideal é que o clima seja temperado, pois o ar muito quente e seco contraria este efeito benéfico.

Agradecimentos:

Fundação Portuguesa do Pulmão

http://www.fundacaoportuguesadopulmao.org

geral@fundacaoportuguesadopulmao.org

Coordenação:

MLG – Comunicação e Serviços

***

FÉRIAS FELIZES… E SAUDÁVEIS!

Depois de termos abordado temas como a qualidade das praias e os cuidados a ter com a pele, no Verão, esperamos que estes conselhos da FPP sejam uma mais valia, muito especialmente para os doentes respiratórios crónicos. Nós, Airfree, desejamos a todos um bom período de repouso e lazer, e regressaremos em breve, a este espaço Blogue, para dar continuidade aos nossos temas em prol da saúde e qualidade de vida.

Ah!, mas no nosso Facebook estamos sempre convosco, diariamente!🙂

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VAMOS FALAR DE HEPATITES?

Médicos e figuras públicas, professores de ginástica, modelos… O que os junta a todos na quinta-feira, na Praia da Rainha? Vão a banhos? Não, ainda que um mergulho possa saber bem no final de um dia de trabalho / Programa de ações em que as Hepatites estão em foco.

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28 é o seu Dia…

Na próxima 5ª feira, 28 de julho assinala-se o Dia Mundial das Hepatites, quetem por objetivo divulgar esta doença à comunidade, para a informar esensibilizar nos seus múltiplos aspetos.Foi em 2010 que a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu esta data como o Dia Mundial de Luta Contra as hepatites virais.

Todos os anos este dia apresenta um tema diferente. “Proteja o seu fígado, beba com moderação” é o tema do Dia Mundial das Hepatites 2016. A iniciativa da OMS conta com a colaboração da Aliança Mundial das Hepatites (World Hepatitis Alliance), da ELPA (European Liver Patients Association) e, em Portugal, da Direção-Geral da Saúde, que criou em 2015 a Estratégia Nacional para as Hepatites Virais.

Contatámos a Associação SOS Hepatites, na pessoa da sua fundadora e presidente, Emília Rodrigues, que nos respondeu a algumas questões sobre esta doença que mata, anualmente, 1,4 milhões de pessoas…

– De forma genérica, o que é a Hepatite e quais os tipos de Hepatite que existem?

Hepatite é uma inflamação do fígado. A palavra hepatite tem origem no grego hepar, que quer dizer “fígado”, mais itis, termo médico usado para designar “doença inflamatória”. As hepatites podem ser causadas por vírus, medicamentos, abuso de drogas ou álcool, e autoimunes. A hepatite pode ser classificada como:

– Hepatite aguda – Quando o vírus é completamente eliminado do organismo em até 6 meses;

– Hepatite crónica – Quando o vírus permanece no organismo por mais de 6 meses, podendo levar a complicações como cirrose hepática e cancro.

Tipos de Hepatite

– Virais

 Hepatite A; B; C; D; e Hepatite E;

– Não virais

 Hepatite alcoólica;

 Hepatite medicamentosa;

 Hepatite autoimune.

Na grande maioria dos casos, as hepatites virais (Hepatites A, B, C, D e E) não apresentam sintomas e, quando estes aparecem, a doença já está numa fase mais avançada. Os sintomas mais comuns de hepatite são:

– Febre;

– Fraqueza;

– Mal-estar;

– Dor abdominal;

– Náuseas;

– Vómitos;

– Perda de apetite;

– Urina escura;

– Icterícia (olhos, pele e mucosas amarelados);

– Fezes esbranquiçadas.

– E sobre o tratamento e percentagem de cura?

O tratamento da hepatite varia conforme a causa. Repouso, dieta adequada (Hepatite A); suspensão do uso do agente causador (hepatite medicamentosa e alcoólica); corticoides (hepatite autoimune).

Hoje em dia temos novos medicamentos para o tratamento da Hepatite C,sem efeitos secundários para o portador, e que permitem uma taxa de curaentre 95 e 97%.

– Quais os números de óbitos em Portugal? E, sobretudo, em que tipo de Hepatite?

Não temos números concretos, mas estima-se que até 2015 tivessem morrido entre 900 e 1100 pessoas por hepatite C.

– Quanto aos números mundiais?…

A OMS estima que morram anualmente 1,4 milhões de pessoas infetadas,sendo a hepatite B responsável pela maioria, seguidas pelas mortes causadas pela hepatite C, e em terceiro lugar pelo abuso no consumo de bebidas alcoólicas.

– Dos vários tipos de Hepatite, quais podem estar ativos no organismo sem que as pessoas saibam?

As virais, principalmente a C. Esta hepatite pode estar até 40 anos no organismo sem que tenhamos qualquer sintoma. Alguns dos nossos associados são homens que estiveram na guerra do Ultramar e descobrem agora que são portadores. A maioria encontra-se num estádio mais avançado da doença, pois está com cirrose.

– Existe um estigma ligado à doença, certo? Muitas pessoas acreditam que todas as Hepatites decorrem do álcool ou droga?

Sim, ainda existe muita discriminação com as hepatites, nomeadamente a Hepatite C, que é conectada com sexo – álcool – e consumos de droga.

– Que tipos de Hepatite se podem prevenir?

Podem prevenir-se:

– A hepatite A – Com medidas de higiene, nomeadamente a lavagem das mãos e das hortaliças.

– A hepatite B – Tem vacina e transmite-se através de sangue e sexo não protegido.

A hepatite C – Transmite-se através de sangue. Não tem vacina. Meios de transmissão: partilha de escovas e alicates das unhas, escovas de dentes, e material cortante.

No caso de toxicodependência transmite-se na partilha das seringas e detodo o material (caricas, algodão…).

– Hepatite D – Não existe sem a B.

– Hepatite E – Hepatite das carnes mal-cozinhadas, nomeadamente a de porco.

– Hepatite alcoólica e medicamentosa – Não consumindo os fatores de risco: álcool / medicamentos sem receita / drogas.

 

SOBRE A SOS HEPATITES

A SOS Hepatites é uma associação não-governamental e sem fins lucrativos, que tem como principal objetivo a divulgação e a consciencialização da população em geral e dos profissionais da área da saúde para o problema das Hepatites Virais, os seus riscos, formas de contágio, tratamento e prevenção.

Mais informações: http://www.soshepatites.org.pt

https://www.facebook.com/AssociacaoSOSHepatites/?ref=aymt_homepage_panel

***

LOCAL ESCOLHIDO PARA AS COMEMORAÇÕES? A PRAIA! Com a programação da Associação SOS Hepatites para esta 5ª feira, 28 julho, estão agendadas várias ações, a decorrer na Praia da Rainha, Costa da Caparica, entre as 10,00 e as 17,00 horas. Pretende-se, com o apoio da Comunicação social, sensibilizar os portugueses para a importância do rastreio, numa altura em que a própria OMS alerta para a necessidade de controlo das patologias associadas aos problemas do fígado.

Esta divulgação será acompanhada do programa das comemorações:

PROGRAMA 5ª FEIRA, DIA 28…

10,00h – Ginástica na praia com professor especializado

10,30h – Distribuição de material junto da população que for chegando ou

saindo da praia (sacos, folhetos, cremes, etc.) até as 16h00;

14,00h – Médicos e figuras públicas chegam ao local para dar apoio à

iniciativa, e servir de suporte à presença da Comunicação Social;

15,00h – Ginástica na praia com professor especializado;

15,30h – Passagem de modelos;

16,00h – Cerimónia comemorativa do Dia Mundial das Hepatites, em que usam da palavra o Presidente ou Representante da CMA, a Presidente da

SOS Hepatites e o presidente do Conselho Científico da SOS Hepatites.

CONTATOS ÚTEIS:

Telem.: 969 677 151

http://www.soshepatites.org.pt

geral@soshepatites.org.pt

https://www.facebook.com/AssociacaoSOSHepatites/?ref=aymt_homepage_panel

Agradecimentos:

Dra. Emília Rodrigues

Fundadora e Presidente da Direção

Associação SOS Hepatites

Coordenação:

MLG – Comunicação e Serviços

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FÉRIAS NA PRAIA? ATENÇÃO À QUALIDADE! TERÃO “OURO” OU BANDEIRA AZUL?

Estamos na época, por excelência, das férias. E para uma grande parte da população, férias significa PRAIA! Mas nem todas as praias correspondem às expetativas de águas e areias limpas…

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Falámos recentemente dos cuidados e proteção da pele, quando da exposição ao Sol. Mas colocar os nossos pezinhos em areias e mares poluídos também é um fator de risco para a saúde…

Numa altura em que as pessoas estão cada vez mais sensibilizadas para as questões ambientais, muitos de nós já não prescindimos da avaliação dos especialistas para poder fazer escolhas informadas.

Assim, tal como tem vindo a ser hábito em épocas anteriores, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, voltou a atribuir a classificação de “Praias com Qualidade de Ouro” às zonas balneares do País cujas águas balneares apresentam melhores resultados em termos de qualidade.

Este ano, foram distinguidas 382 praias com “Qualidade de Ouro”, 338 em zonas balneares costeiras, 36 interiores e 8 de transição.

À semelhança dos anos anteriores a Quercus identifica, de acordo com os critérios estabelecidos pela própria Associação, as águas balneares em Portugal classificadas como tendo “Qualidade de Ouro”, com base na informação pública oficial disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (SNIRH – http://snirh.pt/).

Identificadas estão, em 2016, 382 praias com “Qualidade de Ouro” em Portugal – mais 68 que no ano anterior.

Deste total, 321 praias situam-se em Portugal continental, 41 na Região Autónoma dos Açores e 20 na Região Autónoma da Madeira. E este ano temos mais 57 praias costeiras, 10 interiores e 3 de transição, a receber esta distinção.

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“PRAIAS DE OURO” POR CONCELHOS:

– ALBUFEIRA – 22 zonas balneares;

– VILA NOVA DE GAIA – 18 zonas balneares;

– ALMADA – 16 zonas balneares;

– TORRES VEDRAS E VILA DO BISPO – 12 zonas balneares

 

Em comparação com o ano de 2015 perdem o galardão 2 praias fluviais e três costeiras, sendo de realçar as praias de D. Ana, em Lagos, e da Leirosa, na Figueira da Foz, uma vez que a partir deste ano passou a ser igualmente ponderado na atribuição do galardão a existência de eventuais atentados ambientais ou paisagísticos nas praias.

 

 E quais os critérios para atribuição do galardão praia com “Qualidade de Ouro”?

 Ao atribuir a classificação de praia com “Qualidade de Ouro”, o objetivo da Quercus é realçar aquelas que ao longo de cinco anos (de 2011 a 2015) tenham apresentado sistematicamente uma água balnear de qualidade “EXCELENTE”, de acordo com rigorosas análises realizadas (tendo em conta a classificação da legislação em vigor) e que nesse sentido oferecem uma maior fiabilidade no que respeita à qualidade das suas águas.

Ficam de fora desta lista com selo de excelência as águas balneares cuja classificação abranja menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição, ou onde se tenha verificado na última época balnear uma qualquer análise de qualidade inferior à estabelecida como mínimo pela Quercus.

Para conferir se a praia dos seus sonhos se encontra nas melhores condições para lhe proporcionar prazerosos e saudáveis banhos de mar, consulta a lista completa de praias em www.quercus.pt

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BANDEIRA AZUL FAZ 30 ANOS!

A Bandeira Azul é hasteada este ano em 314 praias, mais 15 atribuições do que em 2015, ultrapassando pela primeira vez a barreira das três centenas, anunciou o presidente da associação promotora em Portugal.

No ano em que se comemoram 30 anos de Bandeira Azul, sob o mote “Trinta anos, trinta critérios, um objetivo”, João Archer referiu que o facto de a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) atribuir mais de 300 distinções a praias é uma marca “significativa”.

Tendo em conta os critérios de atribuição, desde a “informação e educação ambiental”, “qualidade da água”, “gestão ambiental e equipamentos” e “segurança e serviços”, João Archer, considera que a possibilidade de se hastearem 314 bandeiras este ano é reflexo “de um caminho de sucesso”.

A associação tem também planeadas para este verão 707 atividades de educação ambiental em 650 praias e 57 marinas, havendo ainda concurso sobre práticas sustentáveis e códigos de conduta.

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A OPÇÃO DAS PRAIAS FLUVIAIS

(em http://lifestyle.sapo.pt)

Algumas de que poderá gostar – Se entretanto já aprecia ou quer conhecer uma praia fluvial, veja a seleção realizada, com a localização das praias e informações de interesse geral:

http://lifestyle.sapo.pt/casa-e-lazer/viagens-e-turismo/fotos/praias-fluviais-a-nao-perder-este-verao#galeria=656044&foto=1

 

Cada vez mais saudáveis… – As praias fluviais em Portugal com bandeira azul passaram, entre 2006 e 2016, de três para 22, com o investimento autárquico em infraestruturas e no tratamento de águas a garantir um aumento substancial das praias distinguidas.

http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/ha-cada-vez-mais-praias-fluviais-saudaveis-em-portugal

 

Coordenação de textos:

 

MLG – Comunicação e Serviços

 

 

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OS NOSSOS ESCUDOS PROTETORES DO SOL…

 Woman Applying Sun Protection On skin

Na passada semana iniciámos o tema de cuidados de proteção da pele quando da exposição ao sol, sabendo-se que os comportamentos de risco continuam, mesmo sendo o cancro de pele uma das possíveis (a pior) consequência da incorreta exposição ao astro-rei…

Concluímos hoje, falando dos tipos e texturas dos protetores solares e adaptação aos vários tipos de peles, bem como alguns cuidados essências com o rosto e corpo, para uma pele saudavelmente bronzeada neste Verão.

Para trás ficaram os anos em que as pessoas, para se protegerem do Sol, usavam misturas de unguentos caseiros, com os quais besuntavam o corpo. Ou, pior ainda, nem sequer proteção usavam. Hoje, com toda a informação de que se dispõe, ninguém deveria ser inconsciente ao ponto de apanhar sol sem um creme protetor.

Diz a tradição popular que “nem todos os sóis são iguais”; nem tão pouco as peles o são, acrescentaríamos nós. Por isso os laboratórios cosméticos oferecem-nos diferentes texturas e distintos fatores de proteção:

 Leite – De cor branca e textura ligeira, absorve-se facilmente. As crianças e os homens são os seus principais utilizadores, já que não deixa película gordurosa na pele. No entanto, as peles muito secas necessitarão de um suplemento de hidratação.

Óleo – Normalmente, as texturas tipo óleo costumam ter índices de proteção baixos e são indicadas para peles já habituadas ao sol. Atualmente podemos encontrar produtos deste tipo cuja textura não é gordurosa. O cúmulo da sofisticação solar são os óleos que repelem a areia.

Creme – Indicadas sobretudo para o rosto, as texturas tipo creme são mais ricas e emolientes do que as citadas anteriormente.

Águas – As águas refrescantes oferecem pouca proteção face ao sol, mas a sua missão é, antes de mais, a de refrescar e proporcionar uma hidratação suplementar. Previamente à água, podemos aplicar um produto com maior índice de proteção.

 – Spray – Geralmente, as texturas apresentadas em spray são os óleos, os leites muito leves, e também a água. Com este método a distribuição do produto é mais cómoda – sobretudo em zonas de difícil acesso, como as costas. Alguns auto bronzeadores têm esta apresentação.

Mas no rosto há que ter muito cuidado, para que o produto não entre nos olhos – exceto com as águas refrescantes. É conveniente aplicá-lo primeiro na mão, e depois espalhá-lo pelo rosto.

 

COMO ATUAM OS FILTROS SOLARES?

Um bom filtro solar deve defender-nos como uma segunda pele. Os filtros solares são ingredientes que podem absorver, dispersar ou refletir os raios ultravioletas. Na realidade, um filtro é uma molécula que absorve energia luminosa, num leque determinado de comprimentos de onda, permitindo reduzir a quantidade de raios ultravioletas – A ou B – que atravessam a pele e alcançam as células.

A molécula filtrante tem um comportamento bastante particular. Ao absorver energia luminosa, o filtro sofre uma modificação e atua como uma espécie de transformador: passa a um estado de excitação para absorver a energia nociva. Mas, antes de poder voltar ao seu estado normal e continuar a funcionar, tem de libertar-se dessa energia nociva. Para isso, transforma-a e dá-lhe uma forma inofensiva: a de calor.

Para que um filtro seja eficaz, deve ser estável. A fotoestabilidade deve constituir uma qualidade básica, mas nem sempre assim é: alguns fotoprotetores alteram-se e perdem eficácia à medida que recebem energia solar. Uma pessoa pensa estar protegida, mas um filtro pode, por vezes, perder até 70% da sua eficácia numa hora de exposição.

Os fotoprotetores solares podem ser de dois tipos: físicos ou químicos.

*Filtros físicos – Atuam refletindo os raios ultravioletas no exterior da pele, isto é, formam uma barreira protetora para que o organismo não os absorva. Entre os filtros físicos, o mais conhecido é o de dióxido de titânio e óxido de zinco. Devido à sua natureza mineral, este filtro é inerte, pelo que pode ser usado em peles sensíveis e intolerantes. A sua presença faz com que o produto apareça branco e opaco – e, por vezes, pastoso; porém, em estado ultrafino, a emulsão é mais transparente e fluida.

*Filtros químicos – Absorvem a energia dos raios solares através de reações químicas no interior da epiderme. Penetram perfeitamente na pele e são fáceis de aplicar; no entanto, em concentrações elevadas podem causar irritação nas peles mais sensíveis. Entre os filtros químicos, destacam-se: filtros UV A – protegem contra o envelhecimento e alergias solares; UV B – protegem das queimaduras; e vitamina E – neutraliza os radicais livres. Frequentemente, utiliza-se uma mistura de filtros químicos num só produto, porque os diferentes filtros químicos absorvem radiações de distintos comprimentos de onda.

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7 PASSOS PARA PREVENIR O APARECIMENTO DE RUGAS

A pele necessita de proteção eficaz contra as influências internas – stress, alimentação incorreta, tabaco, estilo de vida agitado, etc. –  e externas – poluição, ar condicionado, vento e sol, entre outros fatores que conduzem ao seu envelhecimento prematuro.

  1. Cuide da pele

A forma mais eficaz de se proteger e evitar o envelhecimento prematuro da pele do rosto é começar a cuidá-la o mais cedo possível.

Limpe cuidadosamente o rosto, particularmente antes de se deitar. A pele renova-se sobretudo durante a noite, e por isso deve estar bem limpa de maquilhagem e das impurezas acumuladas ao longo do dia.

Diariamente, aplique um creme de dia com proteção UV, já que um dos principais fatores responsáveis pelas rídulas e rugas que surgem na pele são os raios UV. Estes atuam durante o dia, quase sempre com a mesma intensidade ao longo do ano. À noite, aplique um creme específico, que deve ser mais rico que o de dia, para facilitar o processo de regeneração da pele.

 

  1. Faça uma esfoliação regular

A esfoliação regular torna qualquer tipo de pele mais fina e macia. Após esta limpeza em profundidade, na qual as células mortas e as impurezas são removidas suavemente, a pele adquire maior capacidade para receber em pleno os cuidados seguintes. Ao mesmo tempo, a renovação celular torna-se mais ativa e a pele readquire a sua tonalidade normal.

  1. Faça uma alimentação equilibrada

Mantenha hábitos alimentares saudáveis: coma bastantes frutos e legumes frescos, de forma a ingerir as quantidades necessárias de vitaminas e antioxidantes. Engordar e emagrecer continuamente perturba o metabolismo e causa, em geral, um efeito negativo. Evite o consumo de café e bebidas alcoólicas, que prejudicam a elasticidade e a firmeza da pele. Beba muita água, para evitar a desidratação e favorecer a eliminação de toxinas.

  1. Deixe de fumar

Fumar é, também, uma das causas do aparecimento de rugas. A pele dos fumadores envelhece quatro vezes mais rapidamente do que a dos não fumadores. Isto acontece porque de cada vez que o fumo de um cigarro penetra nos pulmões, um número elevado de radicais livres é libertado.

  1. Estimule os sentidos

A água quente é a forma ideal de massajar suavemente o corpo e relaxar os músculos, fazendo com que o stress acumulado ao longo do dia desapareça. Acrescente ao seu duche de água quente um aroma fresco a flores, como a malva, reconhecida pelas suas propriedades calmantes.

  1. Acalme e relaxe

O estado de stress permanente causa irritabilidade, fechando os vasos finos que se encontram à superfície da pele, o que impede a divisão celular e a formação de fibras de colagénio, além de que produz radicais livres, acelerando o processo de envelhecimento da pele.

  1. Desfrute da Natureza

Ar puro, campos verdes, o sol a brilhar e os pássaros a chilrear são formas de cuidar do físico e da mente, conferindo ao corpo uma leveza difícil de alcançar nos grandes centros urbanos.

 

 

Agradecimentos:

 Revista “Saúde e Bem-estar”

https://www.facebook.com/Revista.Saude.e.Bem.Estar

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O SOL É UM AMIGO, SE NOS CUIDARMOS… NESTE VERÃO, PROTEJA A SUA PELE!

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Family running on a paradisaical beach

A pele é o órgão que mais sofre com as agressões típicas do Verão, nomeadamente o sol, as temperaturas elevadas e até as picadas de insetos. Daí resultarem queimaduras mais ou menos graves, infeções, envelhecimento prematuro e, nos casos extremos, cancro da pele. Por tudo isto torna-se fundamental manter esta barreira natural sempre bem protegida.

 

Todos nós já ouvimos falar das potencialmente terríveis consequências para a pele do excesso de exposição solar. Contudo, estudos recentes promovidos por entidades idóneas, indicam que uma boa parte da população portuguesa escolhe e aplica um creme de proteção solar de forma mais ou menos aleatória, sem pedir conselho profissional, para além de manter comportamentos de risco. Esta atitude, repetida ao longo dos anos e sem uma expressiva evolução positiva, tem feito aumentar a incidência de queimaduras solares, eritemas e, inclusive, cancro da pele. E isto, quer em Portugal, quer em muitos outros países da Europa.

O QUE É O CAPITAL SOLAR?

Os cerca de um terço dos portugueses que insistem em permanecer na praia ou na piscina durante as horas de maior intensidade solar parecem esquecer-se que, com uma exposição repetida, uma pele bronzeada que tão atrativa é aos 20 anos, começa a tornar-se seca, fina e enrugada a partir dos 40, aumentando com isso o risco de desenvolver cancro da pele.

O que muitos não sabem é que toda a radiação que recebemos fica gravada na memória da pele, durante toda a vida. Dito de outra forma: a pele possui o chamado capital solar, que é a quantidade de sol que consegue absorver sem se deteriorar.

Atingido o capital solar, “o copo transborda” e os danos começam a fazer-se sentir.

De que forma, é o que vamos saber a seguir.

Escaldão

O sol brilha, mas a imprudência queima. Este bem podia ser o título de uma campanha de sensibilização contra os riscos do sol. Qualquer pessoa que já tenha apanhado um escaldão sabe que não é nada agradável. Vermelhidão, ardor, formação de bolhas, febre e calafrios são as dolorosas consequências de uma exposição inadequada.

Mas isto não é o pior de tudo, já que um só escaldão – sobretudo se se produzir antes dos 15 anos de idade – eleva de forma considerável a probabilidade de desenvolver um cancro de pele.

A melhor prevenção consiste em evitar a exposição solar durante as horas mais perigosas, das 11 às 17 horas, e proteger todo o corpo – incluindo lábios, olhos, cabeça e mãos – de forma adequada.

Se não conseguir evitar a queimadura, tenha o máximo de cuidado com as bolhas: não as rebente, refresque a zona danificada com compressas de água fria e aplique um spray “after-sun” para aliviar a dor e recuperar a pele. Se o ardor não diminuir, consulte o médico.

Eritema solar

O eritema solar é menos grave do que a queimadura. Trata-se de uma congestão cutânea que se produz devido ao excesso de exposição solar. A pele adquire, então, um tom rosado intenso – popularmente, é a chamada “pele de lagosta”. Nas peles claras o eritema é mais evidente e intenso. Por vezes, chegam a formar-se bolhas.

Envelhecimento prematuro

O fotoenvelhecimento é um dos principais riscos da exposição reiterada e imprudente ao sol. O calor faz com que a pele se desidrate e perca elasticidade. Estima-se que 80 a 90% do envelhecimento cutâneo se deve ao desgaste que a luz solar produz sobre a nossa pele, ao longo de toda a vida. Os raios UV A atacam as fibras elásticas da derme, fazendo com que esta perca tonicidade e firmeza e dando lugar à formação de rugas, sobretudo no rosto, zona do decote e costas das mãos. Para evitar esta desidratação beba muitos líquidos e utilize cosmética adaptada ao seu tipo de pele.

Reações alérgicas

A verdadeira alergia ao sol é uma reação pouco comum. Muitos especialistas defendem que as manchas, ardores e pequenas ampolas de que algumas pessoas se queixam podem não passar de reações de fotossensibilidade menos complexas.

A alergia ao sol propriamente dita apresenta diferentes graus de afetação. A mais frequente surge com o início do bom tempo, altura em que aparecem lesões cutâneas, as quais, no entanto, melhoram à medida que o verão avança.

Quando se produz uma lesão cutânea aparentemente causada pela exposição ao sol, os especialistas aconselham a consultar um dermatologista para despistar possíveis causas, como a aplicação ou a toma de certos medicamentos, ou outras doenças mais graves, como o lúpus eritematoso.

Manchas

As manchas são outros dos inestéticos “presentes” de uma inadequada exposição ao astro-rei. O aparecimento de manchas solares é consequência de uma produção alterada de melanina por parte das células especializadas, os melanócitos. Para as evitar há que adotar, mais uma vez, as precauções básicas.

Cancro da pele

O cancro da pele é a pior das possíveis consequências de uma incorreta exposição solar. Apesar das campanhas preventivas, os casos de cancro cutâneo continuam a aumentar de ano para ano. O Organização Mundial de Saúde determinou que a principal causa para este aumento, desde o começo dos anos 70, é a exposição desregrada ao astro-rei, que foi prática comum durante décadas. A perda de consistência da camada de ozono e a moda do bronzeado são fatores que, somados aos escaldões sofridos durante a primeira infância e a adolescência, aumentam a probabilidade de sofrer de cancro da pele na idade adulta.

O melanoma é o tipo de cancro de pele que produz maior mortalidade. Embora ninguém esteja isento de risco, os indivíduos que se bronzeiam com dificuldade, que sofreram queimaduras solares na infância, que possuem múltiplos sinais atípicos ou que têm antecedentes familiares de melanoma são os mais propensos.

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COMO IDENTIFICAR UM MELANOMA

O sistema ABCD (assimetria, bordo, cor, diâmetro) serve para identificar manchas na pele que devem ser observadas pelo médico.

Assimetria. As lesões de melanoma costumam ter forma irregular – assimétrica –, enquanto os sinais benignos – não cancerosos – costumam ser arredondados – simétricos.

Bordo. Frequentemente, os bordos desiguais ou irregulares indicam lesões de melanoma. Os sinais benignos têm bordos lisos.

Cor. Quando se sofre um melanoma, as lesões costumam apresentar muitas sombras de cor castanho ou negro, enquanto nos sinais benignos se vê uma única sombra castanha.

Diâmetro. As lesões de melanoma têm, por vezes, mais de 6 milímetros de diâmetro, enquanto os sinais benignos costumam ser mais pequenos.

 

 

MELANINA E MELANÓCITOS

O termo melanina utiliza-se para designar um biopolímero complexo, responsável pela cor da superfície da pele. A melanina é sintetizada por umas glândulas unicelulares, situadas sobre a camada basal da epiderme: os melanócitos. Estimulados apenas pelos raios UV B, os melanócitos produzem os pigmentos melânicos e estes, ao emigrarem, impregnam toda a epiderme, desde a camada basal até à superfície.

A função essencial da melanina é a de proteger a pele do corpo humano, contra os danos que podem ser produzidos pelas radiações ultravioleta. Não obstante, após numerosas investigações constatou-se que, embora a melanina seja um filtro eficaz face aos raios UV B, a sua proteção é insuficiente contra os UV A e os infravermelhos.

As melaninas formam uma grande variedade de radicais livres, em diferentes circunstâncias, em particular sob a ação dos raios UV A. A este respeito, comprovou-se a existência de duas melaninas:

Feomelaninas ou pigmentos vermelhos – Produzem radicais livres, quando são submetidos à irradiação.

Eumelaninas ou pigmentos negros – Possuem, ao contrário, propriedades antirradicais.

Quase todas as pessoas apresentam ambos os tipos de melaninas em diferentes proporções, que variam desde as pessoas de pele muito clara, que quase só têm feomelaninas, até à raça negra, cuja epiderme quase só contém eumelaninas.

Em conclusão, podemos considerar a melanina como um filtro solar eficaz, mas que também apresenta inconvenientes: protege contra os raios UV B, mas é insuficiente perante os UV A e os infravermelhos; é variável de uns indivíduos para outros; e é seletiva, já que o bronzeado não evita o envelhecimento cutâneo produzido pelos raios UV A.

 

***

Na próxima semana concluiremos esta matéria, abordando os vários tipos e texturas de protetores solares e sua atuação consoante o tipo de pele, com conselhos para prevenir o aparecimento de rugas e, de forma genérica praticar este Verão uma vida com simples cuidados no dia a dia,mas cujos benefícios se irão também refletir, e muito, na saúde e bem-estar da sua pele.

 

Agradecimentos:

 

Revista “Saúde e Bem-estar”

(e seu editor, Francisco Duarte, que se rodeia dos melhores especialistas

para informar com qualidade e rigor.)

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FÉRIAS EM HOTÉIS? ALÉRGICOS PEDEM “BONS AMBIENTES”.

 

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 Pernoitar em hotéis não pode ser motivo de agravamento da qualidade de vida de pessoas que sofram de alergias, asma e sensibilidade múltipla por agentes químicos.

Nas últimas semanas, dias de muito bom tempo, com feriados, proporcionaram férias antecipadas a uma considerável faixa da população.Estadias em hotéis tiveram, desta forma, considerável aumento.Muito bom para visitantes e visitados… Será?

Há de facto um “mas” que afeta, mais do que se pensa, as pessoas com problemas de alergias que pernoitam em hotéis com ar contaminado.

E esta contaminação, motivo de muitos transtornos tanto para os hóspedes como para as próprias unidades hoteleiras, tem como principais responsáveis bactérias, mofos, ácaros e agentes químicos variados.

O que afeta a qualidade do ar em hotéis… 

Bactérias. Infeções bacterianas, tais como a legionelose, são habitualmente associadas à manutenção precária dos sistemas de ar condicionado e humidificadores do ar. A contaminação pode acontecer mesmo a uma distância de três quilómetros do foco.

Mofos. Infiltrações e humidade são fatores de predisposição para o aparecimento do mofo. São responsáveis por diversos problemas de saúde, designadamente as reações alérgicas. Sem esquecer que cerca de 80% das pessoas com alergias respiratórias são sensíveis ao mofo…

Ácaros. Estes microrganismos, que se encontram principalmente em carpetes, travesseiros e colchões (preferem os locais húmidos e ricos em descamações de pele humana) estão diretamente relacionados com as alergias respiratórias e a asma.

Nas suas fezes encontram-se 95% das substâncias que deflagram as alergias e uma simples arrumação da cama ou a passagem do aspirador do pó pode aumentar em 1000 vezes a concentração destas substâncias no ar.

Mesmo os aspiradores de pó de alta eficácia parecem ser incapazes de removê-las.

Agentes químicos. Produtos de limpeza, tabaco e até perfumes podem causar irritações nas vias respiratórias. Com o objetivo de amenizar os odores gerados por certos produtos, muitos hotéis utilizam geradores de ozono. O problema é que o ozono é um gás que pode causar irritações nos olhos, nariz, garganta e pulmões. E exposições prolongadas podem mesmo levar à redução permanente da capacidade pulmonar. Quanto às crianças, especialmente asmáticas, são mais suscetíveis ao gás.

 

Estudos sobre o tema demonstram que:

– 30% dos hóspedes sofrem de alergias;

– 83% dos hóspedes preferem ficar em quartos que ofereçam um ar tratado, livre de alérgenos;

– 59% dos hóspedes optariam por um hotel que ofereça quartos antialérgicos, em detrimento de outro hotel que não os proporcione;

– 58% dos hóspedes estão dispostos a pagar uma pequena taxa pelo usufruto de quartos antialérgicos.

 

TRATAR BEM O CLIENTE…

Oferecendo-lhe ar… tratado!

 Fiel à sua missão de “aliar a melhor tecnologia e design para transformar as necessidades dos clientes em soluções inovadoras para ambientes internos”, designadamente através da purificação do ar, a Airfree está naturalmente atenta a todos os fatores que levem a uma diminuição do bem-estar de alérgicos.

Mesmo que os hóspedes destas unidades tenham um ar tratado em suas casas, as noites passadas em hotéis que não estejam vocacionados para a preocupação com o tratamento do ar, em nada contribuem para uma estadia feliz.

Por isso, a marca nacional de Purificadores do Ar tem modelos específicos para a indústria hoteleira. E refere uma maior sensibilização do setor para os benefícios da colocação destes aparelhos, que  à partida permitem oferecer aos hóspedes quartos antialérgicos e livres de bactérias e mofo, com vantagens associadas para os próprios hotéis.

Mar versus mofos…

Só para dar um exemplo, o Sheraton da Barra, no Rio de Janeiro, instalou recentemente algumas centenas de aparelhos Airfree. Colocado frente ao mar, o hotel ultrapassou desta forma um problema de infestação de mofos, causador de odores desagradáveis e que assim ficou resolvido…

TECNOLOGIA AMIGÁVEL AO USUÁRIO

A tecnologia Airfree® não é apenas segura e fácil de usar, mas conta também com um processo totalmente natural de circulação do ar.

Através de um funcionamento muito simples, o ar contaminado é puxado para o interior dos aparelhos e passa pelo seu exclusivo conjunto cerâmico de esterilização, que sem aquecer o espaço em redor elimina 99,99% desses microrganismos e alérgenos a temperaturas próximas dos 200°C, devolvendo o ar purificado ao ambiente.

ECO HOTÉIS EM CRESCIMENTO

Pelo facto de cada vez maior número de pessoas sofrerem de alergias, asma e sensibilidade múltipla por agentes químicos, a indústria hoteleira tem vindo a investir nos chamados hotéis verdes ou eco hotéis, que criam ambientes propícios aos alérgicos por serem  dotados de responsabilidade ambiental.

Para evitar o mal-estar de hóspedes e proporcionar-lhes uma estadia mais agradável algumas medidas foram adotadas, como por exemplo a utilização de materiais recicláveis e com baixo índice de emissão de compostos químicos voláteis; a diminuição do recurso a produtos químicos; e, principalmente, a melhoria da qualidade do ar, especialmente nos quartos.

E este conceito tem sido incorporado tanto por pequenas unidades hoteleiras, como também por cadeias luxuosas de hotéis, um pouco por todo o mundo.

De facto, o “verde” é uma cor poderosa.

 

Tome nota!

Segundo matéria recentemente publicada na edição online da revista “Saber Viver”, em Portugal já é extensa a lista de eco hotéis, ou seja, alojamentos verdes, amigos do ambiente.

Numa altura em que se marcam as férias de verão, o artigo sugere uma “escapadela” a estas unidades e apresenta algumas sugestões, um pouco por todo o País…

A conferir em: http://www.saberviver.pt/eco-hoteis-para-ir-nas-ferias/

 

 

Coordenação de textos:

  MLG – Comunicação e Serviços

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