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	<title>Abril &#8211; Airfree Purificadores de Ar | Blog</title>
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		<title>Tabagismo: Um hábito a pôr de lado</title>
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				<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 17:02:45 +0000</pubDate>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Abril, Mês do Pulmão… um “novo” motivo para falar da DPOC,&nbsp;</strong><strong>uma doença que não pode, nem deve, permanecer desconhecida.</strong></p>
<p>Uma das doenças com maior incidência em Portugal, a DPOC, ainda não é suficientemente conhecida no nosso país, acarretando consequências graves para a população.<br />
De facto, uns impressionantes 14% da população portuguesa com mais de 40 anos são afetados por esta doença, que de certa forma se assume como um companheiro silencioso da nossa sociedade. Falta informação e escla­recimento público que garanta uma maior consciência acerca da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), uma condição clínica muitas vezes incapacitante, de caráter progressivo e cuja reversão dos danos causados é difícil e diminuta.</p>
<p>O maior culpado por esta patologia é,como em muitas questões relacionadas com as doenças do pul­mão, o tabagismo. O consumo ou a exposição passiva aos elementos que constituem o tabaco são efetiva­mente a maior causa para esta doença, mas também ambientes com elevada poluição, poeiras e fumos as­sociados a certas práticas industriais podem despoletar a DPOC, geralmente em grupos de risco caracterizados não só pelos comportamentos ou meio ambiente, mas também pela idade, onde a maior incidência se regista nos indivíduos com mais de 40 anos.</p>
<p><strong>A importância do diagnóstico</strong><br />
A fase inicial da doença instala-se de forma pouco evi­dente, com sintomas que são frequentemente ignorados ou menorizados. Os primeiros sinais de alerta são tos­se e expetoração persistentes, que não cedem mesmo após tratamento com medicamentos. Adicionalmente, a dificuldade em respirar e o cansaço físico devem ser encarados como uma ameaça séria e um sinal de mo­tivação maior para consultar o seu médico e proceder a um diagnóstico.</p>
<p>O diagnóstico precoce desta doença é aliás um fator crítico para prevenir a sua agudização. Através de uma espirometria, ou seja, a medição da função pulmonar dos indivíduos baseada numa expiração forçada, recolhem-se os dados sobre a quantidade de ar que uma pessoa consegue soprar e durante quanto tempo. Trata-se de um procedimento simples e não invasivo, mas ainda assim fundamental para o início do tratamento da DPOC, re­tardando os seus efeitos e minimizando o seu impacte na qualidade de vida dos doentes. A DPOC caracteriza-se por uma resposta inflamatória anómala dos pulmões,&nbsp;resultante da inalação de partículas ou gases nocivos já mencionados. As alterações patológicas pulmonares decorrentes resultam na diminuição do calibre das vias aéreas respiratórias e destruição do tecido pulmonar, com&nbsp;consequências nas trocas gasosas que constituem a respiração e no débito aéreo, resultando em situações de dispneia (falta de ar), que são tendencialmente maiores se não se proceder ao tratamento adequado.</p>
<p><strong>Melhores hábitos</strong><br />
Esse tratamento pode incluir, consoante a gravidade do diagnóstico, a administração de fármacos sob a for­ma de inaladores (broncodilatadores e corticoides) ou mesmo a ventilação realizada no domicílio, que em casos de maior gravidade pode ser de longa duração.<br />
Para retardar a evolução da doença com sintomas extremos, deve ser levada a cabo a cessação dos com­portamentos de risco, como o consumo do tabaco. O exercício físico e a nutrição correta são igualmente vi­tais e constituem, a par da educação e aconselhamento para a DPOC, aspetos fundamentais para a reabilitação respiratória.</p>
<p>URGE CONHECER OS SINTOMAS E APOSTAR NA PREVENÇÃO&nbsp;E NO TRATAMENTO DAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS CRÓNICAS.</p>
<p><strong>A REABILITAÇÃO RESPIRATÓRIA<br />
</strong>É uma realidade preocupante: apenas 0,1% dos indivíduos com doença respiratória crónica em Portugal participam em programas de reabilitação respiratória.<br />
São números que contrastam com a realidade europeia, em que a reabilitação respiratória é uma ferramenta de elevada afirmação na estratégia de tratamento da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) e restantes doenças respiratórias crónicas.<br />
O caso português peca por falta de informação e urge criar, junto dos vários intervenientes, uma consciência alargada da importância desta prática clínica no esforço de melhoria da qualidade de vida e autonomia dos doentes.</p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;"><em>Agradecimentos:<br />
Revista Respirar + Saúde, da Global Media Group<br />
para a Linde Saúde.</em></p>
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